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Projeto Um Ano em Missão encerra primeira etapa com batismos e novas igrejas

Segunda etapa será realizada em 2015 no Rio de Janeiro.

19 de agosto de 2014
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Jovens de oito países da América do Sul dedicaram seis meses ao projeto. No próximo ano, eles liderarão a réplica da experiência em suas regiões de origem.

Montevidéu, Uruguai… [ASN] “Foi uma imensa alegria participar durante esses seis meses do projeto Um Ano em Missão. Muitas pessoas estudando a Bíblia, muitos contatos. A seara é grande e há muito que colher. O mais importante que levo comigo de Montevidéu é o amor das pessoas”, compartilha Jenny Titto, fisioterapeuta que participou da iniciativa. Assim como ela, outros jovens compartilharam sua experiência missionária na capital do Uruguai durante a cerimônia de encerramento, realizada no sábado, dia 2 de agosto, na igreja central de Montevidéu.

“Minha vida espiritual melhorou e mudou. Tudo ficou mais profundo: minha vida de oração (muitas vezes fiquei acordada a noite inteira em oração) e minha coragem (eu entrava no ônibus para pregar, algo que nunca tinha feito no Peru)”, acrescentou Jenny, que vive no sul do Peru.

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A primeira etapa do projeto começou em Nova Iorque, nos Estados Unidos, com 14 jovens de diversos países. Após o período de seis meses, eles retornaram para suas localidades para liderar um grupo formado por participantes de seus territórios.

Experiência missionária

Na segunda etapa, também com duração de seis meses, o alvo era fundar duas novas igrejas, mas eles foram além e batizaram 40 pessoas. “Estabeleceram duas igrejas, dois centros de influência, um Clube de Desbravadores e um de Aventureiros. Algo muito importante: todos os jovens adventistas do Uruguai foram positivamente influenciados por esse grupo”, informou o pastor Areli Barbosa, líder do Ministério Jovem para a América do Sul.

Veja as fotos do projeto:

Santiago Gómez, estudante de Direito natural de Quito, no Equador, classifica a experiência como a melhor de sua vida. “Agora vou continuar esse projeto no meu país. Todos os jovens deveriam fazer esse tipo de serviço voluntário. A Igreja precisa de jovens que dediquem seu tempo a Deus e eles vão se apaixonar por Jesus de tal maneira que nunca mais vão deixar de participar de atividades como essa”, destaca.

Para ele, uma das lembranças mais inesquecíveis foi a experiência que teve com Jacinto. “Ele era ateu, mas ateu de verdade. Nós íamos a casa dele para estudar a Bíblia com sua irmã, e ele ficava criticando a gente o tempo todo. Uma vez, mandou a gente ir embora”, narra. “Porém, um dia, ele pediu pra estudar a Bíblia. Ele foi batizado e disse: ‘Muito obrigado. Ninguém nunca me falou de Deus como vocês me falaram. Eu não acreditava em Deus por causa das injustiças do mundo, mas vocês me mostraram que ele pode mudar vidas’”, concluiu.

Multiplicação

Todos os presidentes, secretários e diretores financeiros das Uniões compareceram ao encerramento, que aconteceu na igreja central de Montevidéu.

“Isso é apenas o começo. Sonhamos em ter cada vez mais jovens em missão, espalhados pelo continente. Apelo aos líderes JA (Jovens Adventistas) que invistam nesse projeto para que não seja apenas um programa, mas uma geração”, destaca o pastor Erton Köhler, presidente da Igreja Adventista para oito países da América do Sul.

No próximo ano, a segunda edição do projeto acontece no Rio de Janeiro. [Equipe ASN, Pablo Ale]

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