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Saúde

Fumantes se inscrevem em curso para abandonar vício  

Curso gratuito em Governador Valadares oferece apoio médico e contribui para queda de fumantes na cidade.


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Método ensina a como parar de fumar em 7 dias. Foto: divulgação

Instituído em 1986, o Dia Nacional de Combate ao Fumo, fixado no calendário em 29 de agosto, é um lembrete dos riscos decorrentes ao uso do cigarro. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), anualmente o tabaco mata 8 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, o vício aprisiona uma média de 20 milhões de indivíduos.  

Uma série de malefícios está ligado ao consumo das substâncias contidas nos cigarros, que podem desencadear mais de 40 problemas de saúde. Embora o fumante tenha consciência desses males, muitos passam a vida inteira consumindo o produto. 

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Entretanto, é possível lagar o vício. O sistema de saúde e intuições voluntárias oferecem mecanismos para os interessados em interromper o consumo. É o caso do curso gratuito Como Parar de Fumar, oferecido há mais de 25 anos em Governador Valadares, Minas Gerais.  

Resposta rápida

Profissionais de diferentes áreas de saúde se colocaram à disposição para ajudar os interessados a deixar o vício do fumo. Com início no sábado (27), o curso recebeu 300 inscrições. Os participantes contaram com apoio de acessórios e profissionais como médicos, nutricionistas, psicólogos, farmacêuticos e educadores físicos. O curso tem duração de sete dias, porém, em 5 dias cerca de 60% dos participantes já abandonam o vício.  

O curso esteve parado por dois anos devido as medidas de segurança estabelecidas na pandemia da COVID-19. (Foto: Divulgação)

Francisco Gonçalves, reciclador, fumava desde os sete anos. Na roça, sua mãe pedia ajuda para acender o cigarro. Quando ele percebeu, já estava fumando com ela. Foram 42 anos consumindo tabaco. Ele já sentia os efeitos das substâncias toxicas em seu organismo. Dores de cabeças fortes, erupções na pele e impotência sexual estão entre os muitos sintomas desencadeados pelo fumo na vida de Gonçalves.   

O curso abriu 250 vagas, porém, devido à alta procura recebeu 300 inscrições. Foto: divulgação

Em 2011, ele encontrou o curso. Ainda hoje demostra sua gratidão e apoio à Igreja Adventista, que mantém essa iniciativa em todo o País. "Eu tive todo um suporte clínico, psicológico e espiritual. Graças ao curso e à equipe, eu sou um vitorioso", compartilha. 

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