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Concursos e reflexões reforçam confiança durante terceiro dia do campori em Igrejinha

Acampantes participaram de provas de habilidades artísticas, disciplina e ainda continuaram estudando sobre a vida do personagem bíblico Daniel.

14 de novembro de 2016

img_7632Igrejinha, RS… [ASN] A sequência do 22º Campori de Desbravadores da Associação Sul-rio-grandense (ASR) deu novos passos nas reflexões em torno da vida de Daniel, personagem central do evento, com o tema “Escolhido”. Durante a manhã, a visão que o profeta teve sobre os quatro animais estranhos, localizada no capítulo sete do livro bíblico homônimo e, a noite,  o símbolo do bode e do carneiro, fizeram com que os adolescentes compreendessem de que Deus está a frente da história humana, ainda que nem sempre seja possível compreender todas as coisas.

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Ao longo do segundo dia, desbravadores tiveram a chance de apresentar uma reflexão de curta duração diante de uma multidão de companheiros da área. Ao mesmo tempo, um grupo de jurados, formado por líderes adventistas avaliava itens básicos para uma boa apresentação oral, como postura, entonação e clareza. Além disto, entre cada sermonete, era apresentada uma composição musical feita para o campori. Grupos dos clubes participaram, inclusive, com instrumentos musicais.

Para a vencedora do concurso de oratória, Luana Oliveira, até o fato de ter sido selecionada para representar seu clube foi relevante para reforçar valores espirituais. “O que significou para mim foi a aprendizagem, a dedicação, o desempenho e saber que eu sou capaz de passar por tudo, mesmo sendo uma pessoa tímida, porque somos, realmente, escolhidos de Deus”, pontua. A adolescente do bairro Santa Rosa, de Taquara, reforça que foi por meio do clube de desbravadores que ela começou a perder o medo de falar em público.”No começo, foi difícil e eu jamais me imaginaria na frente de um monte de gente, mas quando eu vi que era capaz eu falei para Deus que eu iria fazer e hoje eu estou aqui”, relembra.

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O ganhador do concurso de música original, Estevão César, já entende, mesmo na adolescência, de que os dons são presentes dados por um Ser maior e que, por esse motivo, a responsabilidade da execução não é das menores. “Eu atribuo isso tudo primeiramente a Deus, porque foi Ele que me deu o dom, então eu acredito que tenho que usar isso para Ele”, reforça.

img_9092A noite também contou com o batismo do Gabriel, do bairro Partenon, um adolescente que nao pretendia fazer parte do Clube de Desbravadores, mas que, com auxílio dos pais e de líderes, passou a frequentar as reuniões da agremiação. No início, a frequência aconteceu por certa insistência dos familiares, mas o costume fez com que o menino passasse a amar o ministério. “Eu só tenho a agradecer aos meus líderes, conselheiro da minha unidade, principalmente, ao apoio da minha família, que sempre quis que eu me batizasse – e eu só recusava –, ao meu diretor e ao pastor também”, atribui.

O segundo dia também esteve repleto de provas práticas nas áreas do Parque Almiro Grings. Além destes concursos, as regiões que faturaram as provas de ordem unida básica e avançada foram premiadas. [Equipe ASN, Willian Vieira]

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