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Oração de amigos levou jovem a retomar comunhão com Deus

Após deixar de frequentar a Igreja, Mariana quis encontrar felicidade em festas e vícios, mas iniciativa de amigos a ajudou a retornar.

Por Fabiana Lopes 12 de fevereiro de 2020

Mariana e a filha Manuella fazem parte dos Doutores de Esperança, visitando crianças e adultos em hospitais. (Foto arquivo pessoal)

Mariana Dália Maria deixou de frequentar as reuniões da Igreja Adventista quando completou 17 anos. Durante oito anos, ficou longe do convívio com membros e de Deus, e quis experimentar tudo o que considerava que lhe traria felicidade. Conheceu uma pessoa e passaram a morar juntos. Foi quando nasceu Manuella Dália Maria de Sousa, que hoje tem 10 anos.

Mariana participava dos programas de Reencontro, organizados pela Igreja Adventista, porém não decidia voltar. Recebia DVDs, livros, mas não tinha forças para reverter a situação. “Retornar nunca é fácil”, enfatiza Mariana.

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Em um programa especial de Reencontro, em 2016, Mariana recebeu muitas cartinhas anônimas de pessoas dizendo que estavam orando por ela. Os jovens da Missão Calebe visitaram seu bairro. A princípio, ela não os recebia, mas eles permaneciam e oravam no portão. Na igreja, fizeram um mural com envelopes nominais de cada membro afastado e no final do programa entregaram as cartas.

“Os Calebes voltaram no meu portão e cantaram. Então, me convidaram para participar da semana de conferência evangelística, e eu aceitei. Gostei de tudo o que ouvi, fiquei feliz em estar ali, mas havia um problema: eu não era casada e isso impedia o meu batismo. E para piorar: meu companheiro não queria casar”, esclarece.

A decisão

Mariana e a filha participam no Clube de Desbravadores em sua igreja, em Araras, Petrópolis-RJ. Foto arquivo pessoal

“Eu orei, meus amigos oraram e eu tomei minha decisão. Escolhi Jesus. Fiquei desempregada, com uma filha para sustentar e criar, mas firme nas promessas do Senhor, como diz a letra de um hino. Não é à toa que sou apaixonada por música. Acredito que o Espírito Santo trabalhou na hora certa no meu coração”, relembra.

“Depois eu soube que muitos estavam orando em secreto por mim e acredito que estas orações me ajudaram a tomar a melhor de todas as decisões: meu batismo aconteceu em 18 de março de 2017, exatamente no dia Mundial do Jovem Adventista”, pontua Mariana.

Agora com 28 anos, ela participa ativamente do projeto Missão Calebe, é diretora de música em sua igreja local, dirige a Assistência Social Adventista (ASA), integra a iniciativa Doutores da Esperança.

Mudança de rumo

Para Mariana, estar de volta “é revigorante, animador e apaixonante. Mesmo com as lutas e dificuldades, sigo firme”. Agora ela está do outro lado da história, ajudando a resgatar aqueles que também deixaram de participar das reuniões, como aconteceu com ela um dia.

Mariana e sua filha frequentam o templo adventista de Madame Machado, em Araras, na cidade de Petrópolis, região serrana do Rio. Manuella foi batizada em setembro de 2017 pelo pastor Patrick Ferreira, diretor do departamento de Escola Sabatina e Ministério Pessoal da sede administrativa da denominação na região central do Rio, a Associação Rio de Janeiro. Tanto ele quanto o pastor Wilber Thiengo fizeram várias visitas e oraram para que Mariana fizesse sua escolha.

Uma frase do pastor Thiengo que a marcou foi: “Os seus melhores amigos são aqueles que te trazem pra perto de Deus”. E, segundo Mariana, é uma realidade.

Manuella é abraçada no dia de seu batismo (Foto: Arquivo pessoal)

“Neste Reencontro, ore por seus amigos. Existem muitas pessoas queridas que precisam voltar!”, diz Mariana ao relembrar do projeto conectado aos 10 Dias de Oração, que ocorrem de 8 a 15 de fevereiro nos templos adventistas na América do Sul.

Para ter acesso aos materiais deste ano e dos anteriores, acesse: adv.st/querovoltar

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