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Museu usa 50 mil itens para contar história dos Desbravadores no mundo

Peças de 56 países e foram obtidas através de trocas e doações.

Por Fernanda Beatriz 18 de janeiro de 2019

Museu aproxima as novas gerações da história dos Desbravadores (Foto: Gustavo Leighton)

A história do Clube de Desbravadores no mundo é contada através de um acervo com 50 mil itens, de 56 países, pertencente ao Museu Internacional dos Desbravadores.

Dentre os objetos estão fotografias, uniformes e manuais, com destaque para a coleção de 7,5 mil trunfos de eventos, inclusive de quase todos os Camporis realizados pelas sedes administrativas da Igreja Adventista na América do Sul. Faltam apenas cinco trunfos para completar a coleção. O acervo foi composto a partir de trocas e doações.

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No stand com peças do museu montado no V Campori Sul-Americano, os visitantes fazem uma viagem pela história, em ordem cronológica, desde a formação do Clube, nos Estados Unidos, até os dias atuais. “Fico emocionada ao ver como o crescimento aconteceu de maneira tão intensa e como as nossas crianças ainda hoje continuam a proclamar a mensagem de Jesus através do Clube”, destaca a arquiteta Irina Alejandora, que veio de Trujillo, no Peru.

Para o professor Jair Weltom, do Distrito Federal, foi inevitável recordar momentos vividos nos 28 anos que se dedica à agremiação. “Relembrei o tempo que passei usando quepe e também o uniforme na cor creme. [O museu] é bom para as novas gerações verem que temos história, que os Desbravadores não surgiram por acaso”, enfatiza.

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Preservação da história

Se os adultos gostam de visitar o museu para relembrar momentos vividos, para os adolescentes tudo é novidade. “Gostei de ver os uniformes dos clubes dos outros países e foi muito legal ver a história que fez o Clube de Desbravadores ser esse enorme movimento que é hoje em dia”, destaca a estudante Nicole Santana, de 12 anos, que mora em Goiânia, Goiás.

A inciativa de criar o museu partiu de dois amigos de Curitiba, no Paraná. O administrador Carlos Araujo e o empresário Nelson Pires colecionavam trunfos e decidiram organizar o museu após participarem do Campori Sul-Americano de 2014. Hoje ele tem CNPJ, estatuto próprio e diretoria composta por membros de várias partes do Brasil. O objetivo é construir a sede física até o próximo ano, em Curitiba, Florianópolis ou Balneário Camboriú.

O acervo do Museu Internacional dos Desbravadores poderá ser visto também pela internet. De acordo com os organizadores, fotografias da peças estarão disponíveis no site da instituição, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2019.

Faça um tour no pelo museu:

Uma organização mundial

O Clube de Desbravadores foi oficializado a nível mundial em 1950. O primeiro clube sul-americano iniciou as atividades 1955, em Lima, no Peru. No Brasil, os primeiros clubes foram formados em 1959, em Santa Catarina e São Paulo.

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