{"id":414609,"date":"2025-04-28T07:00:00","date_gmt":"2025-04-28T10:00:00","modified":"2025-10-07T06:49:55","modified_gmt":"2025-10-07T09:49:55","slug":"a-igreja-e-o-mes-azul-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/a-igreja-e-o-mes-azul-parte-i\/","title":{"rendered":"A Igreja e o m\u00eas azul"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2025\/04\/end.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"540\" src=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2025\/04\/end-960x540.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-414672\" srcset=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2025\/04\/end-960x540.jpg 960w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2025\/04\/end-480x270.jpg 480w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2025\/04\/end-240x135.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">A conscientiza\u00e7\u00e3o do Autismo \u00e9 refor\u00e7ada no m\u00eas azul. (Foto: Shutterstock)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em 2007, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) estabeleceu 2 de abril como o Dia Mundial da Conscientiza\u00e7\u00e3o do Autismo. A data tem como objetivo promover a inclus\u00e3o, combater a discrimina\u00e7\u00e3o, informa, sensibilizar e promover a empatia e o entendimento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas com autismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia busca trabalhar a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o, como o S\u00e1bado Azul. Trata-se de uma forma de despertar a curiosidade das pessoas em rela\u00e7\u00e3o ao assunto. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) se caracteriza por desafios individuais, que v\u00e3o desde habilidades sociais a padr\u00f5es espec\u00edficos de comportamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong>&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><a href=\"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/caes-dao-suporte-emocional-nas-escolas-adventistas\/\">C\u00e3es d\u00e3o suporte emocional nas Escolas Adventistas<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/coluna\/cucalapalma\/novas-licoes-da-escola-sabatina-para-criancas-por-que-mudar\/\">Novas li\u00e7\u00f5es da Escola Sabatina para crian\u00e7as: por que mudar?<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Pensando nos desafios enfrentados nas salas de Escola Sabatina, nas atividades do Minist\u00e9rio Infantil e outros projetos que envolvem crian\u00e7as com TEA, a entrevista com a professora e mestre Joseni Marlei Paula Braga, que atualmente \u00e9 coordenadora e docente das p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es em Inclus\u00e3o no Centro Universit\u00e1rio Adventista de S\u00e3o Paulo (UNASP), traz informa\u00e7\u00f5es importantes e o destaque do acolhimento para as fam\u00edlias. Confira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como os professores da Escola Sabatina e os l\u00edderes dos minist\u00e9rios podem identificar sinais de autismo em uma crian\u00e7a? E como abordar os pais sobre o assunto?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de qualquer coisa, gostaria de parabenizar a iniciativa de estarmos conversando sobre esse assunto! Antes de ser profissional na \u00e1rea de Inclus\u00e3o e TEA, sou m\u00e3e de um rapaz com TEA n\u00edvel 3 de suporte, Andrey, meu filho mais novo. Ele tem hoje 16 anos, e como teria sido maravilhoso se l\u00e1 atr\u00e1s, na sua inf\u00e2ncia, essa tem\u00e1tica fosse uma preocupa\u00e7\u00e3o dentro das nossas igrejas. Entretanto, o que \u00e9, realmente, relevante \u00e9 que estamos crescendo nesse sentido e \u00e9 sempre muito realizador podermos contribuir para melhorar o caminho daqueles que est\u00e3o vindo atr\u00e1s de n\u00f3s.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Penso que o foco seja conhecer esses sinais para que haja uma maior compreens\u00e3o sobre o funcionamento dessas crian\u00e7as. Assim, consequentemente, que a igreja possa crescer em acolhimento e adapta\u00e7\u00f5es atitudinais e estruturais para que essa crian\u00e7a se sinta, realmente, inclu\u00edda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conhecimento gera compreens\u00e3o e empatia que, por sua vez geram respeito e resolu\u00e7\u00e3o de problemas de forma adequada. E \u00e9 isso que as crian\u00e7as com TEA precisam (e merecem): receber dos l\u00edderes da sua Igreja compreens\u00e3o, empatia e respeito em suas singularidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ser capaz de entender por que determinados comportamentos ocorrem e que ocorrem por conta de uma condi\u00e7\u00e3o existente e que ela n\u00e3o escolheu possuir, \u00e9 um excelente come\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O que \u00e9 realmente importante no caso de, como l\u00edderes do p\u00fablico infantil, percebermos comportamentos incomuns (por\u00e9m comuns dentro do TEA), \u00e9 procurarmos a fam\u00edlia para oferecermos informa\u00e7\u00f5es relevantes, contextualizadas, que se repetem no contexto dos departamentos e orientar a fam\u00edlia para que observe se esses comportamentos est\u00e3o presentes nos demais contextos de vida daquela crian\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como irm\u00e3os em Cristo e com todo amor e cuidado, \u00e9 nosso dever sugerir que essa fam\u00edlia busque acompanhamento especializado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais s\u00e3o os principais desafios que as crian\u00e7as autistas podem enfrentar ao participar das atividades da Escola Sabatina?<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O principal desafio sempre ser\u00e1 o preconceito, seja pelos olhares ou coment\u00e1rios cr\u00edticos, e toda forma de bullying. Al\u00e9m desse desafio significativo, os demais v\u00e3o estar relacionados \u00e0s quest\u00f5es que, em ess\u00eancia, caracterizam o TEA, como:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Demandas interativas prolongadas e\/ou inesperadas:<\/strong> ser\u00e1 preciso conhecer essa crian\u00e7a para dosar e iniciar, adequadamente, as demandas interativas.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Atividades diferentes ou mudan\u00e7as de ambiente sem prepara\u00e7\u00e3o pr\u00e9via: <\/strong>alguns dos sinais do TEA nos deixam claro que a previsibilidade \u00e9 uma palavra bem importante para uma pessoa com TEA. Existe uma fun\u00e7\u00e3o cognitiva b\u00e1sica chamada de Fun\u00e7\u00e3o Executiva que, dentre outras fun\u00e7\u00f5es, nos d\u00e1 a capacidade de planejar e replanejar diante das mudan\u00e7as na nossa rotina. Com essa fun\u00e7\u00e3o comprometida, crian\u00e7as com TEA gostam mesmo do que j\u00e1 conhecem, do que j\u00e1 passaram e o melhor dos mundos para elas seria que os \u201choje\u201d fossem sempre iguais aos \u201contem\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ambientes com excesso de est\u00edmulos sensoriais:<\/strong> esse \u00e9, possivelmente, um dos maiores desafios que essa crian\u00e7a poder\u00e1 encontrar. Mais de 90% das pessoas com TEA possui algum grau de Transtorno do Processamento Sensorial, ent\u00e3o, \u00e9 uma quest\u00e3o a ser bem considerada.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Como os professores devem agir caso uma crian\u00e7a tenha uma crise durante a Escola Sabatina ou outra atividade na igreja?<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Preventivamente falando, considerar atentamente os desafios que a crian\u00e7a com TEA costuma enfrentar, mencionados anteriormente. Se n\u00e3o houver demandas excessivas em suas dificuldades interativas e, sobretudo, sensoriais, fica bem mais improv\u00e1vel que essa crian\u00e7a se desorganize e venha a entrar em crise.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conhecer a crian\u00e7a em quest\u00e3o \u00e9 fundamental. Os pais j\u00e1 devem conseguir identificar sinais que antecedem uma potencial crise e essas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o imprescind\u00edveis para os l\u00edderes dos departamentos infantis. A aten\u00e7\u00e3o a qualquer comportamento mais repetitivo dessa crian\u00e7a pode ajudar a evitar uma crise.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a partir do momento que a crise teve o seu in\u00edcio, a estrat\u00e9gia \u00e9 retir\u00e1-la daquele ambiente que est\u00e1 sendo aversivo (termo t\u00e9cnico e n\u00e3o com conota\u00e7\u00e3o de algo propositalmente ruim) e lev\u00e1-la para um ambiente (j\u00e1 previamente pensado\/preparado) em que os est\u00edmulos sensoriais estejam todos minimizados: ambiente de temperatura agrad\u00e1vel, silencioso, de baixa luz, isento de odores; lembrando que o toque e a pr\u00f3pria voz de quem estiver com essa crian\u00e7a em crise j\u00e1 podem se constituir num est\u00edmulo a mais, que deve ser evitado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando essa crian\u00e7a come\u00e7a a retornar da crise, a\u00ed ent\u00e3o, cabe falar pouco, em voz baixa, e dizer a ela que est\u00e1 tudo bem. Um recurso de bastante resultado \u00e9 respirar profundamente com ela algumas vezes. Ali\u00e1s, ensinar uma crian\u00e7a que costuma ter crises a respirar profundamente quando sentir necess\u00e1rio pode evitar a crise ou fazer com que a crian\u00e7a se recupere mais r\u00e1pido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse assunto tamb\u00e9m \u00e9 importante enfatizar a diferen\u00e7a entre crise e birra. A birra \u00e9 um comportamento de barganha em que a crian\u00e7a quer conseguir algo (tang\u00edvel ou n\u00e3o). Logo, se o que a crian\u00e7a deseja for disponibilizado, a birra acaba. No entanto, a crise \u00e9 uma descarga, um <em>output<\/em> sens\u00f3rio-emocional em que, ap\u00f3s o seu in\u00edcio, de nada vai adiantar o oferecimento do que aquela crian\u00e7a mais goste no mundo. Ela necessita, \u00fanica e exclusivamente, de um ambiente calmo e com o m\u00ednimo de estimula\u00e7\u00e3o sensorial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como ajudar as demais crian\u00e7as a compreender e interagir respeitosamente com um colega autista?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 existem in\u00fameros e \u00f3timos recursos dirigidos ao p\u00fablico infantil, com essa finalidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Livrinhos como: <em>Meu amigo faz III, O menino e o sonho, Meu amigo autista, Um livro diferente<\/em>, entre tantos outros. Ou v\u00eddeos: \u201cAutismo: Coisas fant\u00e1sticas acontecem\u201d, o Curta \u201cFitas\u201d, \u201cVoc\u00ea conhece o Andr\u00e9? (Turma da M\u00f4nica)\", \u201cComo explicar o autismo para as crian\u00e7as\u201d (Mayra Gaiato), TEA \u2013 Autismo explicado pra crian\u00e7as (Faf\u00e1 conta hist\u00f3rias), entre tantos outros.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De novo, tudo come\u00e7a com as crian\u00e7as entendendo melhor os comportamentos do colega como sendo algo do TEA e que ele n\u00e3o est\u00e1 fazendo isso porque \u00e9 mal-educado, esquisito ou chor\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Evidentemente, o exemplo que os l\u00edderes oferecerem a esses coleguinhas far\u00e1 toda a diferen\u00e7a tamb\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como os professores podem se preparar para receber essas crian\u00e7as?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Buscar conhecimento cont\u00ednuo sobre o TEA.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Conhecer a crian\u00e7a com TEA: preparar e aplicar um question\u00e1rio para a fam\u00edlia e cuidadores responderem com todas as informa\u00e7\u00f5es sobre a crian\u00e7a, sobretudo, as j\u00e1 enfatizadas aqui.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Providenciar materiais de conscientiza\u00e7\u00e3o para que os coleguinhas compreendam melhor os comportamentos da crian\u00e7a com TEA.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Preparar momentos de intera\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, respeitar comportamentos de resist\u00eancia interativa.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Priorizar uma linguagem simples e clara, de acordo com cada idade.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Avaliar, pr\u00e9via e constantemente, as condi\u00e7\u00f5es do ambiente, sobretudo nas quest\u00f5es sensoriais.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Se a crian\u00e7a tiver um hiperfoco, avaliar se este pode ser usado, em algum momento dentro da programa\u00e7\u00e3o, como elemento refor\u00e7ador de ir \u00e0 igreja.&nbsp;&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Se a igreja j\u00e1 n\u00e3o tiver, providenciar e preparar a sala sensorial ou um espa\u00e7o para o mesmo fim.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Promover, periodicamente, momentos de informa\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o para todos os envolvidos: fam\u00edlia, l\u00edderes do Departamento Infantil e crian\u00e7as.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Na segunda parte da entrevista ser\u00e3o abordados pontos relacionados com a igreja como um todo, bem como o acolhimento como forma de envolver as fam\u00edlias na comunidade e proporcionar mais inclus\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea tamb\u00e9m pode receber esse e outros conte\u00fados&nbsp;<strong>diretamente<\/strong>&nbsp;no seu dispositivo. 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