{"id":30936,"date":"2013-10-23T07:41:15","date_gmt":"2013-10-23T10:41:15","modified":"2021-11-15T21:31:32","modified_gmt":"2021-11-16T00:31:32","slug":"cobras-pernas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/coluna\/michelson.borges\/cobras-pernas\/","title":{"rendered":"Cobras com pernas?"},"content":{"rendered":"<p>Segundo o jornal <i>O Globo<\/i>, \u201cuma nova tecnologia de imagem de raios-X est\u00e1 ajudando os cientistas a entenderem melhor como, no curso da evolu\u00e7\u00e3o, as cobras perderam suas pernas. Os pesquisadores esperam que os novos dados ajudem a resolver um debate acalorado sobre a origem das serpentes: se elas evolu\u00edram a partir de um lagarto terrestre ou aqu\u00e1tico\u201d.<\/p>\n<p>O que essa nova tecnologia pode revelar, afinal? As imagens detalhadas em 3D mostram que a arquitetura interna dos ossos da perna de uma cobra antiga se assemelha \u00e0s pernas de um lagarto. Mas s\u00f3 existem tr\u00eas exemplares fossilizados de serpentes com os ossos da perna preservados. \u201c<i>Eupodophis descouensi<\/i>, a antiga serpente estudada nesse experimento, foi descoberta h\u00e1 dez anos em rochas de 95 milh\u00f5es de anos no L\u00edbano [segundo a cronologia evolucionista]. Com cerca de 50 cm de comprimento total, ela apresenta uma pequena perna, de cerca de 2 cm de comprimento, ligada \u00e0 pelve\u201d, informa o jornal.<\/p>\n<p>Para os cientistas evolucionistas, o f\u00f3ssil representa um \u201cest\u00e1gio evolutivo intermedi\u00e1rio\u201d de quando as cobras supostamente ainda n\u00e3o tinham perdido completamente as pernas que teriam, em teoria, herdado dos lagartos.<\/p>\n<p>\u00c9 o mesmo de sempre: um fato e muita especula\u00e7\u00e3o. Fato: o f\u00f3ssil revela que um tipo de cobra tinha patas. Especula\u00e7\u00e3o: isso seria um \u201cresqu\u00edcio evolutivo\u201d do tempo em que as cobras caminhavam. Levando-se em conta que foram encontrados registros antigos (como na cultura sumeriana) de serpente b\u00edpede conversando com um casal debaixo de uma \u00e1rvore (j\u00e1 li sobre isso em outro Livro...), parece que certas \u201clendas\u201d deveriam ser levadas mais a s\u00e9rio.<\/p>\n<p>Certamente, esse achado f\u00f3ssil poderia levar a outra interpreta\u00e7\u00e3o se a cosmovis\u00e3o adotada tamb\u00e9m fosse outra. De qualquer forma, \u00e9 mais uma evid\u00eancia de involu\u00e7\u00e3o (\u201cevolu\u00e7\u00e3o negativa\u201d), ou seja, n\u00e3o h\u00e1 como provar que um animal tenha desenvolvido patas ou qualquer outro \u00f3rg\u00e3o complexo a partir de um ancestral incontest\u00e1vel e mais simples. Isso porque a informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica complexa e espec\u00edfica necess\u00e1ria para dar origem a novos \u00f3rg\u00e3os funcionais simplesmente n\u00e3o pode surgir do nada. As cobras perderam informa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ganharam. Se os darwinistas quiserem chamar a isso de \u201cevolu\u00e7\u00e3o\u201d, sintam-se \u00e0 vontade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cobras perderam informa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ganharam. Se os darwinistas quiserem chamar a isso de \u201cevolu\u00e7\u00e3o\u201d, sintam-se \u00e0 vontade.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"comment_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"xtt-pa-format":[3879],"xtt-pa-classification":[],"xtt-pa-editorias":[],"xtt-pa-departamentos":[],"xtt-pa-projetos":[],"xtt-pa-regiao":[],"xtt-pa-sedes":[],"xtt-pa-owner":[],"class_list":["post-30936","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","xtt-pa-format-coluna"],"acf":false,"terms":{"editorial":"","format":"Coluna"},"featured_media_url":{"full":"","medium":"","small":"","pa-block-preview":"","pa-block-render":""}}