{"id":305093,"date":"2022-05-15T09:00:00","date_gmt":"2022-05-15T12:00:00","modified":"2022-05-15T07:00:45","modified_gmt":"2022-05-15T10:00:45","slug":"o-que-e-liberdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/coluna\/adolfo.suarez\/o-que-e-liberdade\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 liberdade?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"609\" src=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-305095\" srcset=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade.jpg 1000w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade-768x468.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><figcaption>Deus deu ao ser humano a liberdade para fazer as pr\u00f3prias escolhas (Foto: Shutterstock)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Liberdade \u00e9 um conceito e pr\u00e1tica fundamentais para o ser humano. Afinal, todos queremos ser livres e promover a liberdade. Mas o que \u00e9 liberdade? Vamos explorar brevemente alguns norteadores da no\u00e7\u00e3o de liberdade \u00e0 luz do pensamento de Ellen G. White.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A liberdade n\u00e3o \u00e9 iniciativa e nem propriedade humanas<\/h4>\n\n\n\n<p>Um ponto de partida sugestivo na abordagem whitena da liberdade \u00e9 sua compreens\u00e3o de que a liberdade n\u00e3o \u00e9 uma posses\u00e3o humana; a liberdade \u00e9 um <em>chamado divino<\/em>: \u00e9 Deus quem convida para uma vida de liberdade.<a href=\"#_edn1\" id=\"_ednref1\">[1]<\/a> E mais do que apenas convidar, Deus <em>deseja<\/em> a liberdade do ser humano,<a href=\"#_edn2\" id=\"_ednref2\">[2]<\/a> sendo por isso capaz de agir em favor de sua liberta\u00e7\u00e3o.<a href=\"#_edn3\" id=\"_ednref3\">[3]<\/a> De acordo com White, essa iniciativa divina na liberdade do ser humano pode ser percebida desde a cria\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nossos primeiros pais, se bem que criados inocentes e santos, n\u00e3o foram colocados fora da possibilidade de praticar o mal. Deus os fez como entidades morais livres, capazes de apreciar a sabedoria e benignidade de Seu car\u00e1ter, e a justi\u00e7a de Suas ordens, e com ampla liberdade de prestar obedi\u00eancia ou recus\u00e1-la.<a id=\"_ednref4\" href=\"#_edn4\">[4]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Alguns poderiam pensar que, em raz\u00e3o da liberdade ser um convite de Deus, o ser humano estaria constamente sob o risco de uma tirania, ou, ao menos, de uma preocupante teocracia. Todavia, Ellen White entende que n\u00e3o h\u00e1 autoritarismo por parte de Deus, pois o seu desejo n\u00e3o \u00e9 arbitr\u00e1rio; afinal, Ele se deixa limitar pela negativa humana de n\u00e3o querer a liberdade.<a href=\"#_edn5\" id=\"_ednref5\">[5]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Ao que parece, a no\u00e7\u00e3o whitena de liberdade \u2013 como n\u00e3o sendo iniciativa e nem propriedade humanas \u2013 contraria o conceito convencional de liberdade positiva que \u00e9 entendida como controle pessoal sobre a pr\u00f3pria vida, ou governo de si mesmo.<a href=\"#_edn6\" id=\"_ednref6\">[6]<\/a> Isto, por\u00e9m, n\u00e3o significa que Ellen White negue a import\u00e2ncia e a autonomia do indiv\u00edduo no processo da liberdade, como veremos a seguir.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O ser humano como entidade moral livre<\/h4>\n\n\n\n<p>Um segundo aspecto importante na abordagem whitena da liberdade \u00e9 que Deus criou o ser humano como entidade moral livre; o ser humano fora criado como \u201clivre agente moral\u201d.<a id=\"_ednref7\" href=\"#_edn7\">[7]<\/a> De fato, \u201ctodo indiv\u00edduo, desde o mais humilde e obscuro at\u00e9 ao maior e mais exaltado, \u00e9 um agente moral\u201d,<a id=\"_ednref8\" href=\"#_edn8\">[8]<\/a> o qual, por livre, pode obedecer ou desobedecer.<a id=\"_ednref9\" href=\"#_edn9\">[9]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Ser um agente moral livre \u00e9 necess\u00e1rio para alcan\u00e7ar dois objetivos fundamentais: Obedi\u00eancia volunt\u00e1ria e desenvolvimento do car\u00e1ter. Em contrapartida, a aus\u00eancia de liberdade tornaria o ser humano um simples aut\u00f4mato, carente da capacidade de escolha. \u00c9 justamente porque somos entes morais livres que Deus d\u00e1 a toda pessoa \u201cliberdade de pensar, e seguir suas pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es\u201d.<a href=\"#_edn10\" id=\"_ednref10\">[10]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o de Deus pela liberdade humana n\u00e3o exclu\u00eda a pronta e perfeita obedi\u00eancia. Entretanto, n\u00e3o havia obrigatoriedade.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A necessidade da liberdade<\/h4>\n\n\n\n<p>Um terceiro aspecto importante sobre a tem\u00e1tica da liberdade nos escritos whiteanos \u00e9 a necessidade da liberdade. De acordo com Ellen White, antes da queda Ad\u00e3o e Eva desfrutavam de plena liberdade, pois \u201csua natureza estava em harmonia com a vontade de Deus\u201d.<a href=\"#_edn11\" id=\"_ednref11\">[11]<\/a> Al\u00e9m do mais, eles eram santos e felizes, \u201ctendo a imagem de Deus, e estando em perfeita obedi\u00eancia \u00e0 Sua vontade\u201d.<a href=\"#_edn12\" id=\"_ednref12\">[12]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, ap\u00f3s o pecado, o ser humano \u201cj\u00e1 n\u00e3o podia encontrar alegria e prazer na santidade, e procurou se esconder da presen\u00e7a de Deus\u201d.<a href=\"#_edn13\" id=\"_ednref13\">[13]<\/a> Antes livre, agora prisioneiro. O ser humano tornara-se escravo. \u201cPela transgress\u00e3o\u201d, diz Ellen White, \u201ctornam-se os filhos dos homens sujeitos a Satan\u00e1s\u201d.<a href=\"#_edn14\" id=\"_ednref14\">[14]<\/a> A a\u00e7\u00e3o do pecado, a transgress\u00e3o, manifesta-se \u201cenfraquecendo a mente e destruindo a liberdade da alma\u201d.<a href=\"#_edn15\" id=\"_ednref15\">[15]<\/a> Assim sendo, a escravid\u00e3o do pecado torna necess\u00e1ria a liberta\u00e7\u00e3o do ser humano. De modo que foi justamente por ser criado livre \u2013 como agente moral livre<a href=\"#_edn16\" id=\"_ednref16\">[16]<\/a> \u2013 que houve a possibilidade do pecado, da desobedi\u00eancia. Em outras palavras, a liberdade permite o erro e a escravid\u00e3o, que exige liberdade; isso constitui o aspecto paradoxal da liberdade concedida por Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>O ser humano teria, ent\u00e3o, apenas duas op\u00e7\u00f5es: \u201cliberdade em Cristo, ou servid\u00e3o e tirania no servi\u00e7o de Satan\u00e1s\u201d.<a href=\"#_edn17\" id=\"_ednref17\">[17]<\/a> Diante de uma poss\u00edvel vida de escravid\u00e3o, surge a necessidade de liberta\u00e7\u00e3o, que carrega consigo o reconhecimeno da impot\u00eancia, pois, segundo Ellen White, \u201c\u00e9-nos imposs\u00edvel, por n\u00f3s mesmos, escapar ao abismo do pecado em que estamos mergulhados\u201d;<a href=\"#_edn18\" id=\"_ednref18\">[18]<\/a> assim, n\u00e3o \u201cbasta desenvolver o bem que por natureza existe no homem\u201d,<a href=\"#_edn19\" id=\"_ednref19\">[19]<\/a> sob pena de tornar-se prisioneiro de suas limita\u00e7\u00f5es e desejos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O papel de cristo na liberdade humana<\/h4>\n\n\n\n<p>H\u00e1 um quarto aspecto que deve ser considerado na tem\u00e1tica whiteana da liberdade, e tem a ver com o papel fundamental de Cristo, o qual, segundo Ellen White, tem prazer em trabalhar pela liberdade humana.<a href=\"#_edn20\" id=\"_ednref20\">[20]<\/a> E sendo que o ser humano n\u00e3o tem poder para libertar a si mesmo, depende completamente dEle.<a href=\"#_edn21\" id=\"_ednref21\">[21]<\/a> Creio que este quarto aspecto \u00e9 a consequ\u00eancia dos tr\u00eas elementos anteriores por mim sugeridos como norteadores na no\u00e7\u00e3o whiteana de liberdade, pois a liberdade \u00e9, acima de tudo, um empreendimento espiritual, possibilitado por Cristo.<strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para Ellen White, Cristo era perfeitamente livre, agindo com \u201cperfeita liberdade\u201d. Por causa disso, \u201cfoi um perfeito modelo daquilo que devemos ser\u201d.<a href=\"#_edn22\" id=\"_ednref22\">[22]<\/a> Al\u00e9m do mais, Cristo humilhou-se pela liberdade humana<a href=\"#_edn23\" id=\"_ednref23\">[23]<\/a> com o intuito de \u201cproclamar liberdade aos cativos de Satan\u00e1s\u201d.<a href=\"#_edn24\" id=\"_ednref24\">[24]<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>E como o ser humano pode usufruir dessa liberdade por Ele possibilitada? \u00c9 \u201cfazendo-se um com Cristo\u201d que o ser humano \u201c\u00e9 tornado livre\u201d.<a href=\"#_edn25\" id=\"_ednref25\">[25]<\/a> \u00c9 na Sua presen\u00e7a que o ser humano anseia pela aut\u00eantica liberdade.<a href=\"#_edn26\" id=\"_ednref26\">[26]<\/a> Em outras palavras, tornar-se um com Cristo (pela comunh\u00e3o) \u00e9 \u201ca \u00fanica condi\u00e7\u00e3o em que \u00e9 poss\u00edvel o libertamento do homem\u201d.<a href=\"#_edn27\" id=\"_ednref27\">[27]<\/a> A presen\u00e7a permanente de Cristo traz liberdade.<a href=\"#_edn28\" id=\"_ednref28\">[28]<\/a> Esta presen\u00e7a enche o ser humano de amor, que possibilita desfrutar a liberdade.<a href=\"#_edn29\" id=\"_ednref29\">[29]<\/a> Como resultado, ocorre algo interessante, pela paradoxalidade: a comunh\u00e3o aproxima o ser humano de Cristo, libertando-o, e \u00e9 justamente essa liberdade que permite uma comunh\u00e3o direta com Deus.<a href=\"#_edn30\" id=\"_ednref30\">[30]<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Obedecemos porque somos livres; e somos livres quando obedecemos<\/h4>\n\n\n\n<p>O conceito de liberdade, no pensamento de Ellen White, pode ser sintetizado da seguinte maneira: considerando que Deus \u00e9 amor, a liberdade consiste no cumprimento da vontade de Deus, a qual \u00e9 compreendida como a obedi\u00eancia a Ele. A liberdade se manifesta na obedi\u00eancia aos preceitos de Deus, pois o ser humano \u00e9 livre quando obedece, mas tamb\u00e9m obedece porque \u00e9 livre; afinal, ele foi criado como um agente moral livre. No entanto, esta obedi\u00eancia n\u00e3o consiste em mero cumprimento da norma, e n\u00e3o ocorre por imposi\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria. Porque se obedece a Deus, que \u00e9 amor, a concretiza\u00e7\u00e3o da liberdade ocorre no servi\u00e7o a Ele e ao pr\u00f3ximo, motivado pelo amor que nasce no cora\u00e7\u00e3o do Pai e habita em nosso cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref1\" id=\"_edn1\">[1]<\/a> WHITE, Ellen G. \u201cRest in Christ\u201d, in <em>Signs of the Times<\/em>, 17 de mar\u00e7o de 1887.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref2\" id=\"_edn2\">[2]<\/a> WHITE, Ellen. <em>Steps to Christ<\/em>, p. 43.<a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref3\" id=\"_edn3\">[3]<\/a> WHITE, Ellen. <em>Steps to Christ<\/em>, p. 34.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref4\" id=\"_edn4\">[4]<\/a> WHITE, Ellen. <em>Patriarchs and Prophets<\/em>, p. 48.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref5\" id=\"_edn5\">[5]<\/a> WHITE, Ellen.<em> Steps to Christ<\/em>, p. 34.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref6\" id=\"_edn6\">[6]<\/a> AUDI, Robert. Editor. <a href=\"http:\/\/jewel.andrews.edu\/search~S9?\/Xdictionary+of+philosophy&amp;SORT=D&amp;searchscope=9\/Xdictionary+of+philosophy&amp;SORT=D&amp;searchscope=9&amp;SUBKEY=dictionary%20of%20philosophy\/1%2C58%2C58%2CB\/frameset&amp;FF=Xdictionary+of+philosophy&amp;SORT=D&amp;searchscope=9&amp;2%2C2%2C\"><em>The Cambridge <\/em><em>Dictionary of Philosophy<\/em>. <\/a>Cambridge, NY: Cambridge University Press, 1999, p. 632.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref7\" id=\"_edn7\">[7]<\/a> WHITE, Ellen G. \u201cThe Character of the Law of God\u201d, in <em>The Sings of the Times<\/em>, 15 de abril de 1886.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref8\" id=\"_edn8\">[8]<\/a> WHITE, Ellen G. \u201cThe use of Talents\u201d, in <em>The <strong>Review and Herald<\/strong><\/em><strong>, 1\u00ba de maio de 1888.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref9\" id=\"_edn9\">[9]<\/a> WHITE, Ellen G. <em>The Sanctified Life<\/em>, p. 76.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref10\" id=\"_edn10\">[10]<\/a> WHITE, Ellen.<em> The Desire of Ages,<\/em> p. 551.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref11\" id=\"_edn11\">[11]<\/a> WHITE, Ellen G.<em> Patriarchs and Prophets<\/em>, p. 45.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref12\" id=\"_edn12\">[12]<\/a> Idem.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref13\" id=\"_edn13\">[13]<\/a> WHITE, Ellen. <em>Step to Christ<\/em>, p. 17.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref14\" id=\"_edn14\">[14]<\/a> WHITE, Ellen. <em>Steps to Christ<\/em>, p. 15.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref15\" id=\"_edn15\">[15]<\/a> WHITE, Ellen. <em>The Desire of Ages<\/em>,p. 466<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref16\" id=\"_edn16\">[16]<\/a> WHITE, Ellen G. <em>Patriarchs and Prophets<\/em>, p. 331 e 332.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref17\" id=\"_edn17\">[17]<\/a> WHITE, Ellen G. <em>Exaltai-O<\/em>. Medita\u00e7\u00f5es Matinais de 1992. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1991, p. 99.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref18\" id=\"_edn18\">[18]<\/a> WHITE, Ellen G. <em>Step to Christ<\/em>, p. 18.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref19\" id=\"_edn19\">[19]<\/a> Ibidem, p. 19.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref20\" id=\"_edn20\">[20]<\/a> WHITE, Ellen.<em>Gospel Workers<\/em><em>, <\/em>p. 516.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref21\" id=\"_edn21\">[21]<\/a> WHITE, Ellen.<em> Last Day Events<\/em>. Boise, Idaho: Pacific Press Publishing Association, 1992, p. 69<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref22\" id=\"_edn22\">[22]<\/a> WHITE, Ellen.<em>Carta 66, <\/em>1878, citada em<em> Nos Lugares Celestiais<\/em>, <em>Medita\u00e7\u00f5es Matinais de 1968<\/em>. Santo Andr\u00e9, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1968, p. 54.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref23\" id=\"_edn23\">[23]<\/a> WHITE, Ellen.\u201cUnidade, Uma Prova de Discipulado\u201d. In <em>Manuscrito 165, <\/em>de13 de dezembro de 1898, citado em<em> Este Dia com Deus,<\/em> <em>Medita\u00e7\u00f5es Matinais de 1980<\/em>. Santo Andr\u00e9, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1980, p. 354.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref24\" id=\"_edn24\">[24]<\/a> WHITE, Ellen.<em> Counsels on Health<\/em>, p. 30.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref25\" id=\"_edn25\">[25]<\/a> WHITE, Ellen. The Ministry of Healing, p. 131.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref26\" id=\"_edn26\">[26]<\/a> Ibidem.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref27\" id=\"_edn27\">[27]<\/a> WHITE, Ellen.<em>The Desire of Ages<\/em>, p. 466.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref28\" id=\"_edn28\">[28]<\/a> WHITE, Ellen. \u201cAccepted in the Beloved\u201d, in<em> Review and Herald<\/em>, 15 de outubro de 1908.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref29\" id=\"_edn29\">[29]<\/a> WHITE, Ellen.<em> Nos lugares Celestiais<\/em>, <em>Medita\u00e7\u00f5es Matinais<\/em>. Santo Andr\u00e9: Casa Publicadora Brasileira, 1968, p. 142.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ednref30\" id=\"_edn30\">[30]<\/a> Ibidem, p. 153.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A liberdade \u00e9 tema presente em toda a B\u00edblia. Mas o que ela significa a partir da \u00f3tica de Ellen White?<\/p>\n","protected":false},"author":167,"featured_media":305095,"comment_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"xtt-pa-format":[3879],"xtt-pa-classification":[],"xtt-pa-editorias":[3218],"xtt-pa-departamentos":[],"xtt-pa-projetos":[],"xtt-pa-regiao":[61],"xtt-pa-sedes":[119],"xtt-pa-owner":[1170],"class_list":["post-305093","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","xtt-pa-format-coluna","xtt-pa-editorias-estilo-de-vida","xtt-pa-regiao-brasil","xtt-pa-sedes-dsa","xtt-pa-owner-divisao-sul-americana"],"acf":{"custom_author":""},"terms":{"editorial":"Estilo de Vida","format":"Coluna"},"featured_media_url":{"full":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade.jpg","medium":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade-768x468.jpg","small":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade-240x135.jpg","pa-block-preview":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade-240x135.jpg","pa-block-render":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2022\/05\/o-que-e-liberdade-480x270.jpg"}}