{"id":238011,"date":"2019-05-03T10:22:27","date_gmt":"2019-05-03T12:22:27","modified":"2021-11-15T20:32:27","modified_gmt":"2021-11-15T23:32:27","slug":"daniel-2-e-a-missao-de-deus-na-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/coluna\/isael.costa\/daniel-2-e-a-missao-de-deus-na-historia\/","title":{"rendered":"Daniel 2 e a miss\u00e3o de Deus na hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><em>\u201cEste \u00e9 o sonho; tamb\u00e9m a sua interpreta\u00e7\u00e3o diremos na presen\u00e7a do rei. Daniel 2:36\u201d<\/em><\/p>\n<div id=\"attachment_238149\" style=\"width: 1220px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/06093741\/daniel22.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-238149\" class=\"wp-image-238149 size-full\" src=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/06093741\/daniel22.jpg\" alt=\"\" width=\"1210\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/06093741\/daniel22.jpg 1210w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/06093741\/daniel22-768x457.jpg 768w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/06093741\/daniel22-730x434.jpg 730w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/06093741\/daniel22-60x35.jpg 60w\" sizes=\"(max-width: 1210px) 100vw, 1210px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-238149\" class=\"wp-caption-text\">Est\u00e1tua do sonho do rei retratada no segundo cap\u00edtulo de Daniel \u00e9 discutida h\u00e1 muito tempo, inclusive por Isaac Newton. (Foto: Youtube\/Amazin Prophecies)<\/p><\/div>\n<p>Como aponta Collins, poucos livros t\u00eam influenciado tanto a hist\u00f3ria do Ocidente como o livro de Daniel o faz.<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Evidentemente isso deve tanto \u00e0 sua beleza quanto \u00e0 riqueza e desafios liter\u00e1rios, mas, tamb\u00e9m, a sua abrang\u00eancia prof\u00e9tica. O conte\u00fado do livro \u00e9 de todo cativante e envolvente, marcado por narrativas e profecias e, em alguns momentos mesmo, a combina\u00e7\u00e3o desses g\u00eaneros em epis\u00f3dios espec\u00edficos como \u00e9 o caso do cap\u00edtulo 2. Mesmo em um primeiro contato, \u00e9 comum ao leitor da B\u00edblia ser atra\u00eddo pela habilidosa combina\u00e7\u00e3o existente entre o drama narrativo e sonho apocal\u00edptico no referido texto.<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/coluna\/diogo-cavalcanti\/os-metais-e-os-reinos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Os metais e os reinos<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Este artigo pretende salientar os meios da revela\u00e7\u00e3o de Deus \u00e0 Nabucodonosor, o monarca pag\u00e3o. Ou seja, pretende analisar o fen\u00f4meno do sonho prof\u00e9tico e a forma de sua linguagem a fim de destacar a inten\u00e7\u00e3o de salva\u00e7\u00e3o divina em rela\u00e7\u00e3o ao referido rei. Ser\u00e3o levantadas informa\u00e7\u00f5es que demonstrar\u00e3o o ambiente da revela\u00e7\u00e3o familiares ao monarca e que apontam, assim, o objetivo essencial de Deus para com Nabucodonosor, seu p\u00fablico alvo em primeira inst\u00e2ncia, e semelhantemente \u00e0 humanidade posterior a ele.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000\">Contexto do sonho<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O conte\u00fado do cap\u00edtulo como um todo foi provocado por causa de um sonho comunicado a Nabucodonosor. A agita\u00e7\u00e3o inicial j\u00e1 evidencia o car\u00e1ter de como os sonhos eram considerados quanto a comunica\u00e7\u00f5es dos deuses na cultura antiga. \u00c9 sabido que babil\u00f4nios e eg\u00edpcios habitualmente os registravam nos chamados livros dos sonhos,<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> estes j\u00e1 agregados com algumas diretrizes interpretativas.<\/p>\n<p>Combinadas as informa\u00e7\u00f5es referentes ao sonho em Daniel 2 nota-se que este se tratou de um sonho ocorrido pelo menos duas vezes na mesma noite.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Os vers\u00edculos 1 e 2 informam o sonho nas formas singular e plural, enquanto o vers\u00edculo 29 sugere o sonho como algo de uma ocasi\u00e3o, isto \u00e9, enquanto o rei estava no seu leito. O fato da exig\u00eancia de Nabucodonosor quanto \u00e0 revela\u00e7\u00e3o e significado do sonho testifica da impress\u00e3o de mal press\u00e1gio que ele provocou em sua mente. Portanto, o quadro como um todo pressupunha tanto o envolvimento quanto a inescap\u00e1vel necessidade de divindades para a resolu\u00e7\u00e3o do fato ocorrido.<\/p>\n<p>Daniel \u00e9 introduzido a Nabucodonosor e passa a fazer a exposi\u00e7\u00e3o do sonho enigm\u00e1tico de uma est\u00e1tua constitu\u00edda de m\u00faltiplos metais. A imagem \u00e9 atingida em seus p\u00e9s de modo fulminante por uma rocha, a qual, por sua vez, torna-se uma montanha ocupando toda a terra. Segundo Festugi\u00e8re, o uso de uma est\u00e1tua para designar o destino de uma na\u00e7\u00e3o era algo natural principalmente no Egito<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>, o que implica Nabucodonosor j\u00e1 estava familiarizado com o tipo de informa\u00e7\u00e3o. Isso torna mais significante a observa\u00e7\u00e3o \u201cdizei-me o sonho e saberei que me podeis da a interpreta\u00e7\u00e3o\u201d. Tal exig\u00eancia sugere ele lembrava parte do sonho, mas n\u00e3o o suficiente para uma clara compreens\u00e3o do sentido e, tamb\u00e9m, o seu receio de ao mencionar suas parcas recorda\u00e7\u00f5es receber uma interpreta\u00e7\u00e3o enganosa e mesmo conspiradora por parte dos seus interpretes, conforme o vers\u00edculo 9.<\/p>\n<p>Veja estudo completo em v\u00eddeo sobre Daniel 2:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"B\u00edblia F\u00e1cil Daniel - Uma est\u00e1tua assustadora\" width=\"856\" height=\"642\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YjslTzbcOq0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000\">Interpreta\u00e7\u00e3o do sonho e suas implica\u00e7\u00f5es hoje<\/span><\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o do sonho por Daniel \u00e9 imediatamente seguida pela interpreta\u00e7\u00e3o. O conte\u00fado, portanto, \u00e9 explicado para descrever a hist\u00f3ria do mundo em uma sucess\u00e3o de reinos. Estes reinos que, ao seu fim, ser\u00e3o totalmente destru\u00eddos e substitu\u00eddos por um reino de origem celeste que jamais passar\u00e1. O conte\u00fado elabora uma exposi\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o prof\u00e9tica da hist\u00f3ria desde os dias de Daniel at\u00e9 o estabelecimento do reino de Deus na segunda vinda de Jesus. Tendo, deste modo, a sucess\u00e3o de metais cumprimento hist\u00f3rico na sequ\u00eancia imperial: Babil\u00f4nia, Medo-P\u00e9rsia, Gr\u00e9cia e Roma. Esta \u00e9 uma proposta tradicionalmente percebida por int\u00e9rpretes judaicos<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>, rabinos e pais apost\u00f3licos<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a>. E da mesma forma, a interpreta\u00e7\u00e3o o foi na reforma protestante<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> como, tamb\u00e9m, o tem sido por te\u00f3logos adventistas e outros conservadores<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Algo tamb\u00e9m digno de nota \u00e9 o conceito de apresentar a hist\u00f3ria em termos de quatro imp\u00e9rios ou eras. Isto constitu\u00eda pr\u00e1tica familiar nas literaturas cl\u00e1ssicas e antigas. Neste segmento, \u00e9 interessante perceber a similaridade da distribui\u00e7\u00e3o met\u00e1lica que se acha em Daniel 2 e a que se nota em <em>Erga ka\u00ed Hem<\/em><em>\u00e9rai<\/em> (\u201cTrabalhos e os Dias\u201d), um poema \u00e9pico de Hes\u00edodo, escritor grego, datado do oitavo s\u00e9culo a. C. Nele, s\u00e3o apontadas cinco eras, sendo que quatro s\u00e3o representadas por ouro, prata, bronze e ferro<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a>. Desde o acadiano podemos encontrar a chamada <em>Profecia Din\u00e1stica<\/em><a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><em><sup><strong>[10]<\/strong><\/sup><\/em><\/a> material, que permeia do segundo ao terceiro s\u00e9culo a. C. Nela, tem-se a disposi\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria como sendo regida por quatro reinos sucessivos: a Ass\u00edria, Babil\u00f4nia, P\u00e9rsia e Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>Dentre outros exemplos \u00e9 ainda v\u00e1lido mencionar os <em>Or\u00e1culos Sibilinos <\/em>(4:49-104), os quais remontam provavelmente ao segundo s\u00e9culo a.C. em que se encontra proposta semelhante de quatro imp\u00e9rios, os ass\u00edrios, medos, persas e maced\u00f4nios. Referindo-se ao ambiente cultural que girava em torno de Nabucodonosor, ainda se pode refletir o elemento a grande pedra que atinge os p\u00e9s da est\u00e1tua destruindo-a de todo. \u00c9 poss\u00edvel que o rei tenha entendido isto como uma realidade semelhante ao que se acha no \u00e9pico de Gilgam\u00e9s.<\/p>\n<p>Em tal \u00e9pico, num dado momento, \u00e9 informada a vinda de Enkidu representado como um meteoro. No entanto, ele aterrissa aos p\u00e9s de Gilgam\u00e9s e se torna como que um companheiro de reg\u00eancia. S\u00f3 que a manifesta\u00e7\u00e3o da rocha no sonho de Nabucodonosor n\u00e3o viria para sugerir reg\u00eancia conjunta, mas o estabelecimento de um reinado independente e eterno.<\/p>\n<p>Embora Nabucodonosor tenha reagido de modo imediatamente favor\u00e1vel \u00e0 Daniel no final do cap\u00edtulo 2, o desafio ao reino de Babil\u00f4nia fora estabelecido e este reino passaria conforme prop\u00f4s o profeta de Deus. Como tem sido apontado por alguns, o monarca babil\u00f4nico pode ter alimentado seu ego e expectativas e reagido contr\u00e1rio \u00e0 esta revela\u00e7\u00e3o, mesmo baseado na <em>Profecia de Uruk<\/em>. A profecia fala de um rei s\u00e1bio e justo que sucederia a quatro com lament\u00e1veis administra\u00e7\u00f5es e seria um rei favor\u00e1vel \u00e0 Uruk levando de volta para ela a est\u00e1tua de Istar que se encontrava em Babil\u00f4nia. Este rei teria um filho cujo reinado se estabeleceria para sempre e este filho tem sido visto como Nabucodonosor.<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Que o conhecimento disso pode ter motivado a Nabucodonosor a reagir em oposi\u00e7\u00e3o ao revelado por Deus \u00e9 uma consider\u00e1vel possibilidade. De qualquer modo, sua rea\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao revelado no sonho \u00e9 not\u00f3ria no cap\u00edtulo 3, no erguer de uma est\u00e1tua toda de ouro, visto ser esse o metal referido ao seu reino no sonho. A rea\u00e7\u00e3o fica de todo \u00f3bvia, Babil\u00f4nia n\u00e3o seria s\u00f3 a cabe\u00e7a, mas todo o corpo tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000\">Reconhecer soberania de Deus ou n\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Estes dados de modo claro revelam vers\u00f5es paralelas \u00e0quela disposta pelo profeta Daniel em seu livro, vers\u00f5es que o povo pag\u00e3o ser apegava como sendo verdades. Restava, portanto, a Nabucodonosor fazer uma escolha entre o caldeir\u00e3o de cren\u00e7as e culturas pag\u00e3s comuns de seus dias ou reconhecer a soberania do Deus de Daniel. O modo como a revela\u00e7\u00e3o chega a Nabucodonosor demonstra um Deus que vai ao humano em seu pr\u00f3prio ambiente, e o faz avidamente intentando alcan\u00e7\u00e1-lo.<\/p>\n<p>O sonho de Daniel 2 n\u00e3o apela apenas a Nabucodonosor por um decisivo posicionamento de f\u00e9 \u00e0 revela\u00e7\u00e3o do Deus b\u00edblico, mas a todo aquele que independente de sua \u00e9poca se defronte com esta revela\u00e7\u00e3o. Deste modo, o conte\u00fado b\u00edblico, mesmo o de car\u00e1ter apocal\u00edptico, como \u00e9 o caso de Daniel 2, revela a natureza salv\u00edfica e de defesa de sua mensagem, seu conte\u00fado constitui a apresenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o de uma op\u00e7\u00e3o da verdade ao lado de tantas outras, mas a manifesta\u00e7\u00e3o absoluta da verdade em sua ess\u00eancia, realidade que se revela infal\u00edvel ao longo da hist\u00f3ria.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Collins, John Joseph, Peter W. Flint, and Cameron VanEpps.\u00a0<strong>The Book of Daniel: Composition and Reception.<\/strong>\u00a0Vol. 1. Leiden: Brill, 2002.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> Walton, John, Mark W. Chavalas, and Victor Harold Matthews.<strong>\u00a0Old Testament.<\/strong> Leicester: Inter-Varsity, 2000.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Doukhan, Jacques.\u00a0<strong>Secrets of Daniel: Wisdom and Dreams of a Jewish Prince in Exile.<\/strong> Hagerstown, MD: Review and Herald Pub. Association, 2000.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> Andr\u00e9 J. Festugi\u00e8re, <strong>La r\u00e9v\u00e9lation d\u2019Herm\u00e8s Trism\u00e9giste<\/strong> (Paris, 11950), t. 1. p\u00e1g. 92-93.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> Josefo (Antiquites X. 208-10 ); 4 Esdras 11:1-35; 12:1-30; 2 Baruque 39:3-7.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> Irineu, Against Heresies, livro 5, cap. 26, em ANF, 1:553-55; Holbrook, Frank B.\u00a0Symposium on Daniel: Introductory and Exegetical Studies. Washington, D.C: Biblical Research Institute, 1986.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> LeRoy Edwin Froom,<strong> The Prophetic Ft\u00edith of Our Fathers<\/strong> vol. 2, (Washington, DC, 1940): p.267-68<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a> Joyce Balwin, Daniel (Downer's Grove, IL, 1978), p. 93; John Walvoord, Daniel (Chicago, 1971), p. 76; e Leon Wood, Daniel (Grand Rapids, 1973), p. 74.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a> Hes\u00edodo (os trabalhos e os Dias p\u00e1g. 109-180)<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> Edi\u00e7\u00e3o com coment\u00e1rios por A. K. Grayson, Babylonian Historical-Literary Texts, Toronto Semitical Texts and Studies 3, Toronto 1975.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\"><sup>[11]<\/sup><\/a> Walton, John, Mark W. Chavalas, and Victor Harold Matthews.\u00a0Old Testament. Leicester: Inter-Varsity, 2000.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A interpreta\u00e7\u00e3o do sonho do rei da Babil\u00f4nia, registrada em Daniel 2, fala sobre manifesta\u00e7\u00e3o absoluta da verdade em sua ess\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"author":303,"featured_media":238022,"comment_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"xtt-pa-format":[3879],"xtt-pa-classification":[],"xtt-pa-editorias":[3668],"xtt-pa-departamentos":[],"xtt-pa-projetos":[],"xtt-pa-regiao":[],"xtt-pa-sedes":[],"xtt-pa-owner":[],"class_list":["post-238011","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","xtt-pa-format-coluna","xtt-pa-editorias-biblia"],"acf":false,"terms":{"editorial":"B\u00edblia","format":"Coluna"},"featured_media_url":{"full":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/03102007\/daniel2.jpg","medium":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/03102007\/daniel2-768x432.jpg","small":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/03102007\/daniel2-140x90.jpg","pa-block-preview":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/03102007\/daniel2-140x90.jpg","pa-block-render":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2019\/05\/03102007\/daniel2-290x220.jpg"}}