{"id":189896,"date":"2017-02-13T09:32:35","date_gmt":"2017-02-13T12:32:35","modified":"2021-11-15T20:53:28","modified_gmt":"2021-11-15T23:53:28","slug":"a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticias.adventistas.org\/pt\/coluna\/adolfo.suarez\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos\/","title":{"rendered":"A influ\u00eancia dos pais na identidade dos filhos"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_189898\" style=\"width: 887px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-189898\" class=\" wp-image-189898\" src=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos.jpg\" alt=\"\" width=\"877\" height=\"526\" srcset=\"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos.jpg 2100w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-768x461.jpg 768w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-730x438.jpg 730w, https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-60x35.jpg 60w\" sizes=\"(max-width: 877px) 100vw, 877px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-189898\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Shutterstock<\/p><\/div>\n<p>A identidade dos filhos e filhas \u00e9 influenciada por agentes internos \u2013 os lutos \u2013 que se referem \u00e0s perdas definitivas de sua liga\u00e7\u00e3o com a inf\u00e2ncia. Mas n\u00e3o s\u00e3o apenas os agentes internos que influenciam a identidade dos filhos e filhas; h\u00e1 agentes externos muito importantes, dentre os quais os pais s\u00e3o altamente relevantes.<\/p>\n<p>Os pais t\u00eam papel primordial na aquisi\u00e7\u00e3o da identidade, pois \u201cdesde a mais tenra inf\u00e2ncia s\u00e3o as figuras que ajudam a configurar o mundo interno de cada pessoa, determinam grande parte de nossos modelos de vida e nos passam os ideais de cultura na qual nascemos e crescemos. Fica dif\u00edcil se separar desse mundo interno constitu\u00eddo t\u00e3o cedo na vida e que ser\u00e1 o alicerce para futuros desenvolvimentos; sobre esse modelos se constr\u00f3i a identidade\u201d.<\/p>\n<p>De modo que \u201cquando os pais ou m\u00e3es s\u00e3o ausentes, omissos, ou simplesmente n\u00e3o cumprem com suas responsabilidades sociofamiliares, v\u00e3o esburacando o ego de seus filhos. Faltam, sim, para ajudar a completar essa estrutura fundamental que \u00e9 a identidade.\u201d<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[i]<\/a> Todavia, os filhos muitas vezes n\u00e3o se identificam com os pais; pelo contr\u00e1rio, revoltam-se contra eles, rejeitando seu dom\u00ednio, valores e orienta\u00e7\u00f5es sobre particularidades da vida. Esta rejei\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para \u201cseparar sua identidade da de seus pais e da necessidade desesperada de participar de um grupo social\u201d.<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[ii]<\/a><\/p>\n<p>Isso implica em afirmar que \u201ca presen\u00e7a externa, concreta, dos pais, come\u00e7a a ser desnecess\u00e1ria. Agora a separa\u00e7\u00e3o destes n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel, como necess\u00e1ria. As figuras parentais est\u00e3o internalizadas, incorporadas \u00e0 personalidade do sujeito, e este pode come\u00e7ar seu processo de <em>individualiza\u00e7\u00e3o<\/em>... O adolescente tem que deixar de ser atrav\u00e9s dos pais para chegar a ser ele mesmo\u201d.<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[iii]<\/a> Ou seja, ele n\u00e3o pode simplesmente ser uma c\u00f3pia dos pais; tem que ser ele pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>E, para conseguir isso, precisa de certo distanciamento, para finalmente ser ele mesmo. Isso, claro, pode assustar os pais, pois pode parecer que o filho ou filha, agora adolescente, n\u00e3o ama os pais e nem a fam\u00edlia. Mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade. O distanciamento ps\u00edquico \u00e9 apenas circunstancial e necess\u00e1rio e far\u00e1 do adolescente um ser \u00fanico, aut\u00eantico. E, enquanto isso ocorre, os pais devem demonstrar carinho, aten\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o, assim como devem evitar \u201cinvadir\u201d sua a privacidade. No momento certo o filho ou filha \u201cvoltar\u00e1\u201d aos pais.<\/p>\n<p>As atitudes e a postura dos pais podem ajudar ou atrapalhar na forma\u00e7\u00e3o da personalidade do filho ou filha, rumo \u00e0 maturidade. Os pais exigentes e punitivos, mesmo sem querer ou saber, acabam formando filhos impulsivos e at\u00e9 agressivos, pelo fato de n\u00e3o trabalharem conceitos ou valores internalizados. Por sua vez, pais afetivos e compreensivos favorecem nos filhos a forma\u00e7\u00e3o de uma personalidade soci\u00e1vel e autocontrolada.<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[iv]<\/a><\/p>\n<p>A psic\u00f3loga Elizabeth Hurlock destaca o impacto dos pais nas diversas \u00e1reas da vida dos filhos: mental, social, moral e vocacional.<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[v]<\/a> Sua sa\u00fade mental, por exemplo, \u00e9 influenciada pela estrutura familiar, assim como pelo papel que ele ocupa nela. Dependendo de como os pais lidam com o primeiro filho, ele pode ser mais ou menos otimista e motivado e pode viver mais ou menos seguro, pelo temor de ser deslocado do espa\u00e7o que ocupa ou pela tranquilidade de saber que, mesmo sendo o primeiro de dois ou tr\u00eas irm\u00e3os, tem espa\u00e7o garantido na sua composi\u00e7\u00e3o familiar.<\/p>\n<p>No aspecto social, se o lar e os pais s\u00e3o bem ajustados, o filho ou filha tende a ser socialmente bem sucedido, tornando-se popular entre os amigos e mesmo entre os adultos. Dessa maneira, comunica-se melhor, evita a rebeldia social e valoriza o sentimento greg\u00e1rio.<\/p>\n<p>Quanto ao aspecto moral, um lar equilibrado e maduro \u00e9 ambiente prop\u00edcio para o desenvolvimento de um filho ou filha de bom comportamento, com padr\u00f5es firmes de car\u00e1ter. Por outro lado, filhos que cresceram em lares psicologicamente desajustados, caracterizam-se por demonstrarem mau comportamento intencional, assim como atos de agressividade e delinqu\u00eancia.<\/p>\n<p>Na quest\u00e3o vocacional, o fato de o filho ou filha conviver num lar equilibrado e participativo lhe permite desenvolver atitudes de coopera\u00e7\u00e3o e senso de utilidade. Isso se transforma em cuidado pela escolha profissional e amor pelo exerc\u00edcio do trabalho escolhido.<\/p>\n<p><strong>Os tipos de pais<\/strong><\/p>\n<p>Os pais assumem diversas posturas ou caracter\u00edsticas ao educar seus filhos, e nem sempre t\u00eam consci\u00eancia disso. Nesse caso, podem ser: negligentes, permissivos, autorit\u00e1rios e participativos.<a href=\"#_edn6\" name=\"_ednref6\">[vi]<\/a><\/p>\n<p>Os <strong>pais negligentes<\/strong> oferecem aos filhos poucas regras e limites, assim como d\u00e3o pouco afeto e se envolvem pouco nas atividades e na vida deles. Passam a impress\u00e3o de que h\u00e1 coisas mais importantes do que educar os filhos; eles pensam que os outros (escola, igreja, os pr\u00f3prios filhos, etc.) deveriam fazer isso. E quais os resultados disso? Os filhos de pais negligentes tendem a cultivar as seguintes percep\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o tenho valor, e por isso ningu\u00e9m cuida de mim\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSe ningu\u00e9m cuida de mim, ent\u00e3o nada vale a pena, nada tem import\u00e2ncia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSe meus pais n\u00e3o se importam comigo, certamente nada h\u00e1 pelo que valha a pena se importar\u201d.<\/p>\n<p>O grande problema causado por pais negligentes \u00e9 que seus filhos tamb\u00e9m negligenciam seus relacionamentos, tornando-se descuidados ou agressivos com as pessoas. Em muitos casos, filhos de pais negligentes pensam que a dor do outro n\u00e3o importa; ou seja, n\u00e3o importa o problema do colega ou amigo. N\u00e3o faz sentido a dor do outro, pois n\u00e3o faz sentido a pr\u00f3pria dor. Em s\u00edntese: \u201cFilhos abandonados tendem a se abandonar\u201d.<\/p>\n<p>Dito em outras palavras, \u201cfilhos de pais negligentes tendem a negligenciar a si mesmos. Eles crescem com uma sensa\u00e7\u00e3o de terem pouco valor e com alguma frequ\u00eancia aprendem a ferir a si mesmos, seja com notas baixas, doen\u00e7as ou mau comportamento. \u00c9 a \u00fanica forma de receberem algum cuidado\u201d.<a href=\"#_edn7\" name=\"_ednref7\">[vii]<\/a><\/p>\n<p>Assim como os negligentes, os <strong>pais permissivos<\/strong> oferecem poucas regras e limites aos filhos; mas, diferentemente daqueles, d\u00e3o bastante afeto aos filhos e se envolvem muito nas atividades. Isto, por si, pode parecer algo bastante positivo, e de fato \u00e9. Mas infelizmente n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 positivo. Ocorre que pais permissivos acabam demonstrando outra forma de neglig\u00eancia: embora afetivos, eles s\u00e3o irrespons\u00e1veis e pouco participativos quando se trata de chamar a aten\u00e7\u00e3o dos filhos, ou quando se trata deixar que os filhos sofram as consequ\u00eancias de suas escolhas. Os pais est\u00e3o sempre prontos a super proteger os filhos. Isso provoca o sentimento de fragilidade no filho, dando-lhe a impress\u00e3o de que ele n\u00e3o tem condi\u00e7\u00e3o de enfrentar nada sozinho: papai e mam\u00e3e sempre tem que agir. Isso deixa os filhos inseguros, tristes, provocando uma inc\u00f4moda baixa auto estima.<\/p>\n<p>Os <strong>pais autorit\u00e1rios<\/strong> \u201coferecem muitas regras e limites, mas pouco afeto e pouco envolvimento na vida dos filhos\u201d.<a href=\"#_edn8\" name=\"_ednref8\">[viii]<\/a> Podemos caracterizar estes pais como mand\u00f5es, autocr\u00e1ticos e \u2013 algumas vezes \u2013 ditatoriais. Pais autorit\u00e1rios \u201cacham que sabem de tudo e que sua experi\u00eancia e papel os autoriza a n\u00e3o precisar dialogar, negociar ou validar o outro [...] Querem impor seu desejo aos filhos\u201d.<a href=\"#_edn9\" name=\"_ednref9\">[ix]<\/a> Por terem pouca disposi\u00e7\u00e3o paro o di\u00e1logo, estes pais pouco conhecem seus filhos, os quais crescem sem sonhos ou interesses pessoais.<\/p>\n<p>Por serem severos, exigentes demais, estes pais podem desenvolver filhos perfeccionistas, sempre insatisfeitos consigo mesmos: seus erros, suas falhas comuns; ao mesmo tempo, esses filhos podem ser intolerantes com os outros.<\/p>\n<p><strong>Pais ideais<\/strong><\/p>\n<p>Os pais ideais s\u00e3o os <strong>pais participativos<\/strong>: \u201cimp\u00f5em regras e limites, mas tamb\u00e9m d\u00e3o muito afeto e se envolvem diretamente na vida dos filhos\u201d.<a href=\"#_edn10\" name=\"_ednref10\">[x]<\/a> E como \u00e9 poss\u00edvel ser um pai e m\u00e3e ideais? Provavelmente o segredo esteja no di\u00e1logo. Fundamentados num di\u00e1logo maduro, estes pais explicam aos filhos o por que das decis\u00f5es tomadas. S\u00e3o firmes e claros nas explica\u00e7\u00f5es, e ao mesmo tempo demonstram importar-se com os filhos, pois n\u00e3o consideram perda de tempo dedicar minutos ou mesmo horas \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o de raz\u00f5es aos filhos.<\/p>\n<p>Esta atitude demonstra que os pais participativos n\u00e3o confiam em que a sorte vai determinar a felicidade presente e futura da fam\u00edlia. N\u00e3o. Eles assumem o leme do lar como verdadeiros capit\u00e3es, e est\u00e3o dispostos a encarar os desafios, contanto que possam singrar seguros os mares da educa\u00e7\u00e3o familiar.<\/p>\n<p>Estas s\u00e3o algumas caracter\u00edsticas de pais participativos:<\/p>\n<p>Pais participativos n\u00e3o ficam negociando notas dos filhos na escola; conversam com os professores, sim; mas em lugar de apenas exigir postura diferenciada da escola, exigem que seus filhos levem o estudo a s\u00e9rio. E apontam o melhor caminho para isso ocorrer.<\/p>\n<p>Pais participativos n\u00e3o apenas dizem aos filhos que isto ou aquilo est\u00e1 errado; eles v\u00e3o al\u00e9m; eles dizem qual o comportamento esperado, focando a postura correta, e n\u00e3o ressaltando a postura errada.<\/p>\n<p>Pais participativos s\u00e3o amorosos e afetivos e, ao mesmo tempo, firmes e que disciplinam. Eles levam a s\u00e9rio o texto b\u00edblico de Ef\u00e9sios 6:4, onde o ap\u00f3stolo Paulo apresenta as responsabilidades dos pais para com os filhos.<\/p>\n<p><strong>Paternidade e maternidade: sagrado desafio <\/strong><\/p>\n<p>Ef\u00e9sios 6:4 afirma: \u201cPais, n\u00e3o provoqueis vossos filhos \u00e0 ira, mas criai-os da disciplina e na admoesta\u00e7\u00e3o do Senhor\u201d. Se por um lado a primeira parte do verso deixa claro que n\u00e3o devemos ser opressivos, abusivos e descuidados com os nossos filhos, a segunda parte do verso esclarece que a vida familiar n\u00e3o \u00e9 um circo e nem um piquenique, e tampouco uma col\u00f4nia de f\u00e9rias. Na fam\u00edlia crist\u00e3 n\u00e3o \u00e9 tudo festa, gargalhadas e brincadeiras. Na vida familiar deve haver disciplina e admoesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A segunda parte do vers\u00edculo citado acima \u00e9 um aviso aos pais sobre a seriedade da paternidade e da maternidade, mas \u00e9 tamb\u00e9m um recado indireto aos filhos sobre o que devem esperar de seus pais. \u00c9 verdade que os filhos devem esperar que seus pais os protejam, os auxiliem, que sejam sempre presentes, demonstrando carinho e compreens\u00e3o. Mas \u00e9 tamb\u00e9m verdade que os filhos devem esperar que seus pais sejam firmes, r\u00edgidos, e que n\u00e3o deixem pra l\u00e1 as coisas erradas que os filhos cometem. Uma fam\u00edlia segundo o cora\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 um misto de cuidado e prote\u00e7\u00e3o, juntamente com disciplina e admoesta\u00e7\u00e3o. Porque se na fam\u00edlia n\u00e3o houver esses dois componentes, os resultados ser\u00e3o de tristeza aqui na Terra, com efeitos irrepar\u00e1veis para a eternidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[i]<\/a> <em>Mauricio Knobel. Orienta\u00e7\u00e3o Familiar, p. 144.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\"><em><strong>[ii]<\/strong><\/em><\/a><em> Dinah Martins de Souza Campos. Psicologia da adolesc\u00eancia: Normalidade e Psicopatologia, p. 89.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\"><em><strong>[iii]<\/strong><\/em><\/a><em> Arminda Aberastury e Mauricio Knobel. Adolesc\u00eancia normal<\/em><em>, p. 36 e 66.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\"><em><strong>[iv]<\/strong><\/em><\/a><em> Elizabeth B. Hurlock. Desenvolvimento do adolescente. Tradu\u00e7\u00e3o de Auriphebo Berrance Sim\u00f5es. S\u00e3o Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979, p. 498.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\"><em><strong>[v]<\/strong><\/em><\/a><em> Ibidem, p. 468 a 473.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref6\" name=\"_edn6\"><em><strong>[vi]<\/strong><\/em><\/a><em> Adaptado de Leo Fraiman. Meu filho chegou \u00e0 adolesc\u00eancia, e agora? S\u00e3o Paulo: Integrare Editora, 2011, p. 38-44.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref7\" name=\"_edn7\"><em><strong>[vii]<\/strong><\/em><\/a><em> Ibidem, p. 39.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref8\" name=\"_edn8\"><em><strong>[viii]<\/strong><\/em><\/a><em> Ibidem, p. 54.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref9\" name=\"_edn9\"><em><strong>[ix]<\/strong><\/em><\/a><em> Ibidem, p. 56.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref10\" name=\"_edn10\"><em><strong>[x]<\/strong><\/em><\/a><em> Ibidem, p. 63.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O papel dos pais na forma\u00e7\u00e3o da identidade dos seus filhos \u00e9 muito mais profunda do que se imagina. Leia o texto e saiba.<\/p>\n","protected":false},"author":167,"featured_media":189898,"comment_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"xtt-pa-format":[3879],"xtt-pa-classification":[],"xtt-pa-editorias":[],"xtt-pa-departamentos":[],"xtt-pa-projetos":[],"xtt-pa-regiao":[],"xtt-pa-sedes":[],"xtt-pa-owner":[],"class_list":["post-189896","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","xtt-pa-format-coluna"],"acf":false,"terms":{"editorial":"","format":"Coluna"},"featured_media_url":{"full":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos.jpg","medium":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-768x461.jpg","small":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-140x90.jpg","pa-block-preview":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-140x90.jpg","pa-block-render":"https:\/\/files.adventistas.org\/noticias\/pt\/2017\/02\/13093048\/a-influencia-dos-pais-na-identidade-dos-filhos-290x220.jpg"}}