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Tradutores facilitam compreensão de outras línguas no IV Campori

Acampantes usam frequências FM para ouvir traduções.

9 de janeiro de 2014
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Desbravadores acompanham traduções por meio de frequências de rádio

Barretos, SP… [ASN] A fim de facilitar a comunicação entre os 30 mil brasileiros e os 6.500 hispanos acampados no Parque do Peão, a organização do IV Campori Sul-Americano designou uma equipe de tradução que tem intermediado a compreensão de tudo que é falado nas concentrações gerais do evento. Os brasileiros estão sintonizados na frequência 88.1 para compreender o espanhol, e os hispanos na frequência 90.7 para entender a língua portuguesa, ambas FM (Frequência Modulada).

O estudante Timóteo Apolinário e Silvana Novaes, ambos do clube Kerigma, são dois dos vários desbravadores que estavam sintonizados na manhã desta quinta-feira, ouvindo o sermão do líder mundial de desbravadores, o espanhol Jonathan Tejel.  “A tradução é legal porque nos ajuda a entender o que estão dizendo para não perdermos nenhum detalhe da mensagem para o nosso crescimento espiritual”, assegura Novaes.

Foi solicitado a cada clube que trouxesse rádios para que os desbravadores pudessem acompanhar as traduções. Celulares com esta opção também podem ser utilizados para sintonizar as frequências.

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Interação entre participantes do IV Campori valoriza a cultura sul-americana

A equipe de tradução é composta por Suzan Araya, diretora do departamento de tradução da sede da Igreja Adventista para a América do Sul, Gretel Fontana, Márcia Ebinger, Günther Wallauer e Adilson Morais. Suzan, responsável pela tradução no IV Campori, frisa que o trabalho está acontecendo em todas as reuniões que acontecem na arena, de modo que a interação entre as línguas da América do Sul enriqueça o evento.

Wallauer, diretor da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) para a América do Sul e tradutor do sermão da manhã deste terceiro dia, comenta que o objetivo da tradução é que todos os acampantes compreendam a mensagem completa. Ele acrescenta que a efetivação da comunicação no Campori contribuirá para que os desbravadores possam ser motivados a seguir na fé e cada vez mais serem “instrumentos nas mãos de Deus”. [Equipe ASN, Deijeane Morais]

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