Projeto "Adote um Leitor" apadrinha mais de 150 alunos de escola pública
Incentivo à leitura doa assinatura da Revista Nosso Amiguinho para crianças de Catu, município a 50 km de Salvador

Em um país onde o hábito da leitura ainda enfrenta desafios, um projeto promete fazer a diferença para alunos da rede pública de Catu, município a 50 quilômetros de Salvador. O projeto Adote um Leitor é promovido pelo Instituto Vida há mais de cinco anos. Assim, por meio dessa iniciativa, 150 crianças receberão a Revista Nosso Amiguinho como um material complementar para estudo em sala de aula durante um ano.
Dessa forma, com a assinatura gratuita da revista da Turma do Nosso Amiguinho, os 150 alunos poderão ter mais acesso à literatura de qualidade e lúdica.
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De acordo com o pastor Gleydson Silva, diretor de Publicações para Salvador e região metropolitana, “o objetivo do projeto Adote um Leitor é levar uma leitura lúdica, uma leitura agradável, uma leitura que faça a criança crescer e desenvolver valores em sua vida”. Ele ainda conta da alegria de ver os alunos interessados no material. “Ver as crianças folheando a revista e animadas com esse projeto mostra, para mim, que valeu todo o esforço que tivemos para fazer isso acontecer”, compartilhou o pastor.
Educar crianças é educar uma cidade
Pesquisas apontam que 57% dos soteropolitanos se consideram leitores, mas muitos ainda enfrentam barreiras para acessar livros e materiais educativos. Para mudar essa realidade, a ação só foi possível graças ao apoio de empresários e voluntários, que financiaram as assinaturas das revistas, como Vivaldo Castelão, que apadrinhou a assinatura de cinco alunos. “Hoje, falta nos lares muita educação cristã. Esse trabalho vai infiltrar no seio das famílias e, assim, as crianças serão beneficiadas. Consequentemente, as famílias e a cidade também”, declarou.

Iniciativas como essa já fazem parte dos valores promovidos aos alunos da Escola Municipal Gilberto da Mata, e esse projeto agora soma mais reforços, como conta Ana Cláudia Oliveira, diretora da escola. “Hoje, estou gestora, mas minha essência é ser professora alfabetizadora. Por isso, acredito que minha função aqui nessa terra é ajudar crianças a ler e escrever corretamente. E quando o projeto foi apresentado lá na minha escola, eu fiquei extremamente feliz, porque tudo que vem acrescentar para que essas crianças se desenvolvam mais e tenham um gosto, um prazer pela leitura, em um mundo tão informatizado que vivemos hoje, nós abraçamos”, informou.

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