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Pastor e desbravadores da Mongólia visitam IV Campori Sul-Americano

Primeira desbravadora do país também está na comitiva.

10 de janeiro de 2014
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Comitiva da Mongólia veio ao Brasil para acompanhar a quarta edição do Campori Sul-Americano

Barretos, SP… [ASN] Durante o IV Campori Sul-Americano, os participantes estão convivendo com uma delegação vinda da Mongólia, que inclui desbravadores, missionários e o presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia no país, pastor Elbert Kuhn, brasileiro que chegou ao evento no dia 7 de janeiro. Entre eles está a primeira desbravadora do país, Bolormaa Chulwinbaatar.

Kuhn, que preside a Missão Adventista da Mongólia, afirma que estar em um evento histórico como este é um momento marcante. “Eu acredito que vai ser um divisor de águas no projeto de desenvolvimento daquela Missão”, pontua.

A primeira moradora da Mongólia a participar de um clube se diz alegre em estar no Brasil para acompanhar o programa e ficou sem palavras diante do que está vendo nesses dias. A descoberta e inserção ao clube de desbravadores aconteceu por meio de um pastor adventista do país que lhe apresentou os ideais do departamento. “O pastor ouviu falar dos desbravadores e como o departamento era importante no crescimento, no desenvolvimento do caráter das crianças. Então me chamou para estudar e entender como funcionava”, conta.

Os estudos foram os primeiros passos. Depois houve um convite aos jovens para liderarem o projeto com eles e, claro, às crianças para participarem do clube. Hoje, a Mongólia tem 40 desbravadores liderados pela caravana que está no Parque do Peão. “A intenção da sede da Igreja na América do Sul, que está financiando grande parte dessa viagem, é que esses jovens, que estão em um processo de formação, compreendam que eles também podem sonhar. Não é comparar um país com o outro, mas é sonhar em ter lá, naquele país, coisas grandes como nós temos aqui também”, assegura Kuhn.

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Bolormaa Chulwinbaatar (esquerda), primeira desbravadora do país, está feliz com o que está vendo no acampamento

A pioneira também enfatizou que ela e os outros líderes da Mongólia reconhecem que estão ensinando aos juvenis do país os princípios do Clube, mas que continuam em processo de aprendizagem. Por conta desse pensamento, um dos presentes na caravana, pastor Darkhanbaaatar Batgerel, que atua no país asiático, diz que se sente extremamente abençoado de estar no Campori e que a cada minuto está aprendendo muita coisa nova. Além disso, está impressionado com a bondade e o carinho das pessoas, sejam brasileiros ou dos países hispanos.

A Mongólia localiza-se entre duas grandes potências mundiais: China e Rússia. Tem a capital mais fria do mundo, Ulan Bator, com um dos invernos mais longos e rigorosos. Por seis meses, as temperaturas variam entre 20 e 50 graus negativos. Tem 2,796 milhões de habitantes. Os adventistas distribuem-se em 24 centros nos quais dois mil membros se reúnem a cada semana para adorar ao Senhor.

Veja as entrevistas do pastor Kuhn sobre a Igreja Adventista na Mongólia aqui e aqui.  [Equipe ASN, Deijeane Morais]

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