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Grupo de mulheres doa mais de 250 lenços a pacientes com câncer

Os lenços foram distribuídos junto com o livro “A maior Esperança” para o hospital Nossa Senhora da Conceição e para o IMAMA do Rio Grande do Sul. 

Por Emanuele Fonseca 11 de novembro de 2020

Representantes da Igreja Adventista Central de Porto Alegre na entrega dos “lenços da esperança”.

Todo momento é importante para falarmos de saúde e prevenção. Principalmente quando o assunto é câncer. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer – INCA, houve 16.724 mortes em 2017 e 59.700 de casos novos estimados em 2019.  Para o Dr. José Pedrini, mastologista referência no estado do Rio Grande do Sul, alguns tipos de câncer, entre eles o de mama, apresentam sinais e sintomas em suas fases iniciais. Detectá-los precocemente traz melhores resultados no tratamento e ajuda a reduzir a mortalidade.

O Dr. Pedrini também é o chefe da Mastologia no Hospital Nossa Senhora Conceição, que se encontra na zona norte de Porto Alegre. Segundo o médico, essa unidade hospitalar examina em média de 700 mulheres por mês. Quando o paciente chega demora em média uma semana para fazer todos os exames e depois já começa o tratamento.

Lenços da esperança

Pensando na importância desses dados, algumas mulheres da igreja Adventista Central de Porto Alegre, começaram uma arrecadação de lenços durante todo o mês de outubro. Foram distribuídos mais de 250 lenços, junto com o livro “A maior Esperança” ao o hospital Nossa Senhora da Conceição e para o IMAMA do Rio Grande do Sul, na sexta-feira (30).

Segundo a líder do Ministério da Mulher para o sul do Estado, o objetivo principal era presentear as pacientes que fazem tratamento contra o câncer. “Viemos abraçar as mulheres que estão em tratamento com a entrega do lenço e de um livro que trás a mensagem de esperança para elas”, declara, Lucilene Britis.

Mikaela Oliveira participou da iniciativa e compartilha que as mulheres se empenharam na arrecadação. “Algumas fizeram campanhas de arrecadação em seus condomínios, academias. As mulheres realmente se envolveram nesse processo de missão, de levar esperança para outras pessoas”, comemora Mikaela.

Grupo de apoio

Há ainda outras voluntárias que frequentam o hospital uma vez por semana. Esse grupo é composto por mulheres que já venceram o câncer e hoje acompanham, conversam e acalmam as pacientes que estão no início do tratamento.

“Hoje eu estou aqui, fazendo a mesma coisa, por outras mulheres que estão no processo que eu já estive um dia, acolhendo-as, passando minha experiência e dizendo: que é possível a gente vencer o câncer”, vibra Bia Dias, uma das voluntárias.

O Dr. Pedrini acrescenta que o grupo de apoio é o grande diferencial dessa unidade hospitalar, onde ele aprende mais sobre a vida, sobre a recuperação e a superação. “Isso é uma responsabilidade social, isso faz parte da mulher consciente, não espera dos outros, faça você mesmo. Vai lá, ajuda. Uma vez foi ajudado, então vamos retribuir. A pessoa que é voluntária, é mais voluntária para si mesmo. Ela está se ajudando, ao ajudar o próximo”, finaliza o doutor.

 

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