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Como evitar doenças de pele durante o verão

Entenda o que fazer para prevenir infecções e reações durante os dias mais quentes do ano.

Por Anne Seixas 28 de fevereiro de 2020

Ficar exposto ao sol durante muito tempo pode trazer prejuízos à saúde (Foto: Shutterstock)

Com o verão e as altas temperaturas, algumas das soluções para se refrescar são as que envolvem água e atividades ao ar livre. Com isso, a exposição ao sol aumentaPara que você aproveite esse período do ano sem preocupação, a Agência Adventista Sul-Americana de Notícias conversou com o doutor Gerson Trevilato, dermatologista do Hospital Adventista do Pênfigo 

De acordo com ele, algumas das dermatoses mais comuns no verão são causadas por fungos. A maior exposição aos raios ultravioleta, que diminuem as defesas da pele e aumentam sua umidade, favorece o desenvolvimento destas micoses. 

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Os efeitos mais perceptíveis das dermatoses são a coceira, descamação da pele e vermelhidão. Caso note algum deles, procure um dermatologista para o diagnóstico e tratamento correto. Para evitar o problema, manter a pele sempre bem seca e hidratada são as primeiras medidas a se adotar. Caso não consiga secá-la apenas com uma toalha, também é possível usar um secador com ar frio.  

Algumas dicas para evitar doenças de pele no período das altas temperaturas são:  

1 ) Usar corretamente o filtro solar, adequado ao seu tipo de pele;  

2 ) Cuidar com o horário de exposição ao sol. Deve se evitar o contato com ele entre 10h e 16h;   

3 ) Manter as dobras da pele adequadamente secas;  

4 ) Evitar expor a superfície cutânea sem proteção em áreas públicas.  

Cuidado redobrado 

Quando for à praia, piscina ou locais públicos, use toalhas ou esteiras para se sentar. Em geral, ambientes em que animais transitam livremente podem ser fonte de infecções bacterianas como impetigo, foliculite (que pode evoluir para o furúnculo e deixar cicatrizes) e também infestações parasitárias, como o bicho geográfico.   

Trevilato ressalta ainda que “é importante manter as unhas curtas, evitar a manipulação das possíveis irritações da pele e, mais uma vez, a avaliação dermatológica é imprescindível, tendo em vista que para alguns tipos de lesão será necessário o uso de antibacterianos e eventualmente até por via oral.”  

Ainda é necessário ter alguns cuidados para evitar alergiasprincipalmente em relação às crianças. Por isso, aplique o filtro solar adequado para cada idade. Como são diferentes para quem tem entre 6 meses e 2 anos, e entre 2 anos e 6 anos, também vale a consulta com o dermatologista para avaliar o melhor produto para a proteção da pele dos pequenos.  

A exposição ao sol de forma saudável ativa a vitamina Dfundamental para os ossos e para a cicatrização, e estimula a produção de melatonina, que ajuda na regulação do sono e humor. 

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