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Sonhando Alto abre portas para o futuro profissional

Colportagem estudantil já ajudou milhares de jovens a conquistar o ensino superior e o amadurecimento espiritual.

19 de setembro de 2014
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Crisney encontrou no Sonhando Alto a oportunidade de realizar um sonho: estudar em uma instituição adventista.

Brasília, DF… [ASN] Foi em sábado à tarde que Crisney Deodato saiu de casa para participar de um culto jovem e voltou disposta a dar um passo que, embora ainda não soubesse, seria decisivo em seu futuro. Ela tinha 20 anos e morava em Curitiba, capital do Paraná, quando visitou um templo adventista e viu um anúncio no mural sobre um projeto chamado Sonhando Alto, coordenado pelo Ministério de Publicações da Igreja Adventista.

O ano era 2000 e na virada para 2001 ela começou a participar da iniciativa com o sonho de se graduar em uma instituição adventista. Embora estivesse assistindo disciplinas isoladas do curso de Psicologia na Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde tinha planos de ingressar de maneira efetiva após prestar o vestibular, seu verdadeiro desejo era estudar no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp).

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Conhecida também como colportagem estudantil, a proposta do Sonhando Alto é de que durante um determinado período de tempo os futuros universitários saiam às ruas para compartilhar esperança com a população por meio de literaturas com mensagens espirituais e orientações sobre saúde. A venda desses materiais garante a eles alcançar os valores necessários para pagar seus estudos. Além disso, é também uma oportunidade para o fortalecimento da fé.

“Foi algo que me impulsionou a ter uma comunhão mais prática com Deus. Não eram apenas meras orações, mas um desejo real de acreditar e reivindicar as promessas bíblicas e servir a Deus de todo o meu coração, sem temer e vacilar”, observa Crisney.

Portas abertas

Desde que teve início, há quase 15 anos, o Sonhando Alto tem contado anualmente com cerca de mil jovens de toda a América do Sul. O pastor Adilson Moraes, diretor associado do Ministério de Publicações para oito países sul-americanos, destaca que os principais objetivos são promover um alto senso de missão e ajudar os participantes a desenvolver um espírito de equipe e cooperação.

Estes foram justamente alguns dos atributos que Crisney adquiriu. Além disso, a colportagem proveu suas primeiras necessidades financeiras e fez com que ela aprendesse a se relacionar com as pessoas, a comunicar-se com segurança e de forma efetiva, o que foi importante para a profissão que ela viria a exercer mais tarde.

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Por meio do projeto, ela conquistou a graduação e desenvolveu competências que seriam fundamentais para sua trajetória profissional.

Formada em Pedagogia, pós-graduada em Psicopedagogia e mestre em Trabalho Social e Intervenção Socioeducativa, hoje ela cursa Direito e leciona para o 3º ano do ensino fundamental do Colégio Unasp, em Engenheiro Coelho, no interior de São Paulo. A colportagem, descreve, é uma espécie de estágio antecipado. “Ela me deu base para sonhar e enfrentar os desafios futuros, até mesmo em terras distantes, como em Moçambique, onde tive o privilégio de morar e trabalhar na área educacional como missionária por três anos”, sublinha.

Após sua graduação, a professora ainda continuou a colportar e, inclusive, influenciou outras pessoas a fazer o mesmo. “Devemos motivá-las, mostrando a verdadeira essência desse trabalho – disseminação do evangelho, crescimento espiritual, profissional e benefícios para a sociedade, tendo então os recursos financeiros como uma consequência do trabalho a ser desempenhado”, acredita. “Deus sempre abençoará o colportor fiel.” [Equipe ASN, Jefferson Paradello, com informações de Carolyn Azo]

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