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Mulher é batizada uma década após adquirir livros de colportor adventista

Luciana estudou por dez anos temas como vida saudável e a guarda do sábado, por meio das publicações adquiridas

Por Bruno Quaresma, Guilherme Constante e Zilda Nogueira Pimenta 28 de julho de 2020

Luciana estudava sobre a Igreja Adventista mesmo sem nunca ter ido a um templo. (Foto: Arquivo Pessoal)

Durante boa parte de sua vida, Welton da Silva, 73 anos, realizou o trabalho da colportagem no Rio de Janeiro. Em uma de suas visitas, vendendo e distribuindo literatura, ele conheceu Luciana dos Santos, que hoje é monitora de crianças. Através de uma venda, Welton mudou a vida de uma família.

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Há 10 anos, Luciana adquiriu as revistas Nosso Amiguinho para os filhos e Vida e Saúde. Ela gostou tanto, que passou a comprar também livros que falavam sobre saúde e educação, além de mais materiais infantis. Ao longo dos anos, Luciana foi colocando em prática tudo que aprendia nos livros recebidos das mãos de Welton. Temas importantes, como estilo de vida saudável e a guarda do sábado, eram estudados com frequência.

Há pouco mais de seis meses, Luciana adoeceu, após ter passado por um doloroso divórcio. Através de sua tia, ela chegou a Mantena, leste de Minas Gerais, onde conheceu melhor a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Decisão

O pastor adventista da região, Leandro da Conceição, explicou que Luciana já seguia e ensinava os princípios da palavra de Deus em sua casa. “Ela me contou o quanto já vivia os princípios da Igreja e sinalizou o desejo de renovar a vida e os votos com Deus através do batismo”, contou.

No início de julho, deste ano, para a alegria de seus filhos e de sua tia, Luciana foi batizada no templo adventista central de Mantena. Ela se diz agradecida a Deus pela forma como sua vida foi conduzida até aqui e por ter conhecido naqueles livros verdades tão importantes. “Estas leituras me transformaram, me melhoraram, me ensinaram muito a como educar os meus filhos, pois eu não tinha um ponto de referência onde buscar”, comentou.

Um ministério

O colportor Welton conta que se sente realizado e feliz pela semente de esperança plantada na vida de Luciana, no passado, que transformou vidas posteriormente. Ele reforça o compromisso de continuar servindo a Deus através de seu ministério. “Deus me colocou na Colportagem. Eu sempre digo que só vou parar de colportar quando não puder mais andar ou falar”, conta.

Assim como a Luciana, outras pessoas também são alcançadas através do ministério da Colportagem. Para o líder de Publicações da Igreja Adventista para o leste de Minas Gerais, pastor Paulo Américo, o colportor é capaz de entrar e deixar uma mensagem de esperança onde, muitas vezes, um pastor não consegue. “O mais bonito disso é que, no céu, vamos ter muitas surpresas de pessoas que foram frutos deste trabalho de 10, 20, 30 anos atrás”, comenta.

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