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Universitários dedicam férias ao trabalho missionário no Brasil e no exterior

Mais de 60 estudantes estiveram envolvidos em projetos sociais em diferentes regiões do Amazonas, Angola, Guiné-Bissau e Egito.

27 de agosto de 2014
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Uma das igrejas reformadas pelos missionários do projeto Salva-vidas, na Amazônia, na região do rio Massaurí (Foto: Mariana Hidalgo, arquivo pessoal).

Engenheiro Coelho, SP… [ASN] Estudantes de diversos cursos do Centro Universitário Adventista de São Paulo, campus Engenheiro Coelho, dedicaram parte das férias de inverno deste ano para auxiliar comunidades em locais como o Estado do Amazonas e países como Angola, Guiné-Bissau e Egito.

Em um culto de gratidão realizado no campus no dia 15 de agosto, quatro participantes foram convidados a compartilhar suas experiências. Giovanne Bonotto, aluno do curso de Teologia, contou sobre sua participação no Egito. Como o país é predominantemente mulçumano, os missionários promoveram um evangelismo baseado no bom relacionamento e no testemunho pessoal. “É muito difícil pregar no Egito, país onde é proibido fazer proselitismo religioso. No entanto, Deus tem feito sua mensagem chegar àquele povo das mais diversas formas”, afirmou.

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No continente africano, o trabalho realizado nos países Guiné-Bissau e Angola teve como objetivo prestar assistência e ensinar mensagens bíblicas às comunidades pobres de suas respectivas capitais. Alunos e ex-alunos se empenharam em atividades de incentivo à prática física e espiritual.

Já no Brasil, outro grupo desenvolveu o projeto Salva-vidas, na Amazônia. No dia 17 de julho, cerca de 20 estudantes atravessaram o país em direção a Manaus com objetivo de prestar assistência a ribeirinhos dos rios Amazonas e Massaurí. Kaike Bersot, estudante de Publicidade e Propaganda,  natural do interior do Rio de Janeiro, viajou para a região pela primeira vez  a fim de participar do trabalho voluntário.

Esperança na mata

Foram cerca de 30 horas de barco entre as comunidades. Dentre as atividades realizadas, os alunos prestaram assistência médica, distribuíram livros, auxiliaram com consertos e pinturas em igrejas locais, limparam um terreno onde será construída uma escola de ensino fundamental, além de promoverem palestras e doações de roupas e brinquedos para as crianças.

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“Conhecer como é o modo de vida dessas pessoas foi uma das coisas mais interessantes. Eles me ensinaram a viver com pouco e ser feliz com isso. Aprendi a dar valor a pequenos gestos, palavras ou ações. Levarei para toda vida suas lições de simplicidade”, conta Bersot.

Não foi apenas Kaike que teve a vida impactada pelo trabalho com as comunidades amazonenses. A paulista Juliana Pedrosa também falou sobre sua impressão com este trabalho. “Os amigos ribeirinhos são definitivamente as pessoas mais felizes e receptivas que conheci, mesmo com todas as necessidades que enfrentam. As crianças passaram praticamente o dia inteiro conosco, enquanto trabalhávamos”, lembra a estudante de Publicidade e Propaganda.

Ao todo foram 13 dias percorrendo os rios, canais e furos fluviais que caracterizam a Amazônia. Após sua experiência, Juliana incentivou outras pessoas a participar do voluntariado. “Todos podem ser missionários, basta que aceitemos de coração aberto o chamado do Senhor”, convida. [Equipe ASN, Douglas Pessoa]

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