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“Doutores da Esperança” levam alegria a pacientes de hospital durante Impacto Esperança

De agora em diante, atividade será feita de forma regular pelos jovens adventistas de Canudos.

29 de maio de 2017

Com violão, fantoches e muita alegria, voluntários do Impacto Esperança tornam-se doutores-palhaços e alegram a tarde dos internos em hospital.

Novo Hamburgo, RS… [ASN] Empolgada com a boa música, a dona Maria Fernandes de 74 anos, até esqueceu os incômodos da doença e da internação hospitalar. Ela, a filha, outros pacientes e até funcionários do Hospital Regina, entraram no clima de alegria trazido pelos Doutores da Esperança, voluntários do Impacto que se fantasiaram de palhaços para alegrar o dia de quem estava no hospital.

“Fiquei muito feliz, alegrou o meu dia”, contou a senhora que naquele mesmo dia descobrira que perdeu os movimentos da parte inferior do corpo. Segundo a filha, Débora Vieira, a empatia dos palhaços não estava ajudando apenas sua mãe, mas os próprios familiares. “É um momento tenso para todos nós, mas vocês têm deixado nosso dia mais leve”, desabafou.

Crianças se empolgaram com as visitas e resolveram entrar na brincadeira.

O lema do grupo é baseado em provérbios de Salomão, onde diz que o coração alegre é um “bom remédio” e também “aformoseia o rosto”. Por isso, todos vão bem caracterizados, com “narizes de palhaço, segurando fantoches e instrumentos musicais.

“Nós tentamos levar um pouquinho de alegria para essas pessoas que estão sofrendo tanto. Mostrar que existe esperança apesar das dificuldades e que elas não estão ali sozinhas”, explica Eder Heedlund, um dos voluntários.

O grupo tinha passagem livre para todos os quartos que não estivessem com tarjas pretas, amarelas ou vermelhas, indicando alas de internação mais graves para isolamento. Um erro, porém, na descrição das portas, fez com que o grupo entrasse acidentalmente em uma UTI pediátrica. Quando enfermeiras perceberam a situação, os Doutores da Esperança já tinham mudado completamente o dia do pequeno Murilo de 3 anos e da Laura de 2 anos. “Eles estavam bem debilitados mas vibraram ao som das músicas infantis”, conta o voluntário Heedlund.

Tendo saído da UTI de forma rápida, os voluntários esqueceram de deixar os livros Em Busca de Esperança no local. O pai de uma das crianças internas, porém, saiu atrás deles em busca dos exemplares.  “Quero saber dessa esperança sobre a qual vocês falam” – relatou ao grupo, que entregou os livros e compartilhou informações com a maior alegria.

Nem quem estava na fila de espera para atendimento fugiu dos visitantes.

Leoardo Hollfman participou pela primeira vez de uma atividade assim. Para ele o mais incrível foi a experiência de troca. “Fomos apresentar Deus através de abraços e sorrisos, mas a acolhida com que fomos recebidos me fez questionar quem estava ajudando quem. Encontrei cura onde Deus nos levou para curar”, conta o jovem.

“Quando terminamos uma de nossas orações, vi as pessoas que antes nem nos olharam, de mãos dadas ao nosso redor. Eu tive que fazer piadas para esconder as lágrimas”, acrescenta o jovem.

Agora, a iniciativa que surgiu especialmente para o Impacto Esperança, fará parte do calendário de atividades deste grupo de jovens. [Equipe ASN, Andréia Silva]

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