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Diferentes gerações se unem em atos de solidariedade e amor ao próximo

Jovens, Ministério da Mulher e Ação Solidária Adventista suprem fome da população que mora nas ruas de Belo Horizonte.

Por Renata Paes 8 de junho de 2020

Jovens adventistas distribuem marmitas no centro de Belo Horizonte (Foto: Kamylla Vieira)

Em contextos de transformações sociais, digitais e tecnológicas, as diferentes gerações – crianças, jovens, adultos e idosos – por vezes possuem formas singulares de pensar e se relacionar. No entanto, quando o tema é solidariedade, os pensamentos e atitudes parecem convergir para o mandamento bíblico que aconselha amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.

Foi com base nesses princípios que os jovens da Igreja Adventista de Lagoinha, em Belo Horizonte, se uniram com as voluntárias da Ação Solidária Adventista (ASA) para suprir a fome de pessoas em situação de rua. Os jovens arrecadaram alimentos e as mulheres prepararam as refeições.

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Após as marmitas terem sido finalizadas, os jovens entraram novamente em ação ao realizar a distribuição da comida, no final da manhã do dia 6 de junho. Eles também entregaram sucos, cobertores e panfletos com mensagens bíblicas.

No dia seguinte, 7 de junho, integrantes do Ministério da Mulher e da ASA do templo adventista do bairro Letícia foram, à noite, para a frente da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Venda Nova distribuir caldo de mandioca às pessoas em situação de rua.

Doações de caldos em frente à UPA de Venda Nova (Foto: Maria Aparecida)

Experiências que marcam

“Um rapaz chegou e tomou três caldos, depois perguntou se tínhamos um copo com tampa, porque gostaria de levar para comer, já que no dia seguinte não teria com o que se alimentar no trabalho. Oramos com ele, conseguimos uma vasilha e colocamos o caldo. Com isso percebi o quanto as pessoas estão necessitadas. Muitas não têm o que comer hoje e nem nos próximos dias”, explica Maria Aparecida Soares, de 58 anos.

“O que me marcou foi que uma das jovens chorou muito e pediu para orarmos com ela. Foi muito emocionante essa parte. Outra coisa é que eles pegavam a comida e ainda diziam que iam levar para os demais. Eles dividiam o que tinham. Percebi que entre eles não há egoísmo. Parece que cada um pensa no outro”, ressalta Kamylla Vieira, de 17 anos.

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