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Centro do Rio Grande do Sul é marcado por ações do Quebrando o Silêncio

Em Porto Alegre, adventistas montaram um stand com aconselhamento jurídico e psicológico

Por Douglas Pessoa 26 de agosto de 2019

Voluntários também oferecerem orientações sobre higiene bucal para as crianças

A tradicional campanha de combate à violência doméstica e abuso sexual infantil foi colocada em prática no último sábado no centro do estado. Centenas de adventistas foram às ruas para alertar a população sobre esses problemas e indicar maneiras corretas de prevenir e denunciar os agressores. A campanha, conhecida como Quebrando o Silêncio, envolveu adultos, crianças e adolescentes.

Neste ano o trabalho dos adventistas vem de encontro ao número cada vez mais crescente de violência doméstica no Rio Grande do Sul. Desde o ano passado, mais de 50 mil casos desse tipo de agressão foram registrados pelas delegacias gaúchas. Isso sem contar as ocorrências que não chegam ao conhecimento da polícia. Por isso, as igrejas se mobilização com ações diferenciadas.

Foi o caso do grupo de fiéis da Igreja Adventista da Floresta, na Zona Norte da capital. Eles foram para uma movimentada praça da região e montaram stands onde os visitantes receberam atendimento psicológico, jurídico e religioso de profissionais voluntários. “Nesse ano buscamos inovar a maneira de alcançar as pessoas. A ideia de fazermos neste parque foi tornar a campanha um pouco mais visível para a população, além de oferecer uma assistência mais forte”, explica o pastor Bruno Schaffer, líder da IASD Floresta.

Stand oferecendo orientação psicológica para a população

A psicóloga Jamile Zinn, que também é uma das autoras da versão adolescente da revista oficial do Quebrando o Silêncio, esteve presente na ação da igreja da Floresta e trabalhou oferecendo assistência para os visitantes. Para ela, que participa regularmente de todas as edições do evento, a campanha vem obtendo um regular sucesso naquilo em que se propõe. “Sem dúvida, a campanha tem tido resultado a curto, médio e longo prazo. Uma revista que é entregue ou um alerta que é feito pode resultar na solução de um problema”, explica.

Jamile também comentou sobre a importância de se estar atento aos sinais externos que a criança pode emitir, caso esteja sofrendo algum tipo de abuso. “A criança vai mudando sua forma de agir, fica mais tímida e pode ter até baixo rendimento escolar. Em outros casos as crianças também podem externar traços depressivos ou até se assustar com a presença de adultos. Portanto, esses sintomas podem ajudar os pais ou responsáveis a desconfiar que algo está errado e atitudes devem ser tomadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

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