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Câmara de Vereadores de Santo Ângelo aprova semana vinculada ao Quebrando o Silêncio

Ações de conscientização em torno da violência doméstica serão realizadas por igrejas e pela escola adventista da cidade.

29 de março de 2017

Líder do departamento que coordena o projeto, Mirian Jacinto, discursa na sessão da Câmara de Vereadores de Santo Ângelo, junto ao diretor da escola adventista da cidade, David Martins.

Santo Ângelo, RS… [ASN] Foi aprovado ontem (28), na Câmara de Vereadores de Santo Ângelo, o projeto de Lei que oficializa o Quebrando o Silêncio na cidade gaúcha. A iniciativa terá o quarto sábado do mês de agosto separado para mobilização social – por meio de passeatas e entrega de materiais que reforçam a importância da denúncia e identificação de possíveis sinais de abuso. O município também terá a semana anterior dedicada a divulgação do projeto em escolas de rede pública de ensino.

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A iniciativa da Igreja Adventista que mantém esforços no combate e na prevenção da violência contra crianças, adultos e idosos havia sido apresentada ao presidente da Câmara, Adolar Queiroz, no mês de fevereiro. Na ocasião, os líderes ressaltaram o teor educativo e preventivo da campanha e que, além de uma data específica do ano para realização de manifestações, o projeto possui ações acontecendo ao longo do ano. O Quebrando o Silêncio busca levar às crianças e adultos, informações sobre como fugir de situações de perigo, assim como identificar possíveis sinais de que um indivíduo sofre abusos e, por fim, fornecer um caminho sigiloso para a denúncia.

Reunião em que o projeto havia sido apresentado aconteceu no mês de fevereiro com a presença de líderes adventistas e do presidente da Câmara de Vereadores de Santo Ângelo. (Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara)

As ações na cidade gaúcha vão ocorrer em parceria com a Escola Adventista de Santo Ângelo. De acordo com o diretor da escola, David Martins, a oportunidade será importante para inserir os estudantes na agenda do projeto. “Os alunos [da nossa escola] poderão, por exemplo, ir aos colégios públicos, realizar encenações que ensinarão como agir em situações que envolvem violência doméstica, então, abre-se um leque muito grande com a oficialização deste projeto”, indica. [Equipe ASN, Willian Vieira]

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