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Igreja Adventista fortalece presença com terreno próprio nas Ilhas Falkland (Malvinas)

Nas Ilhas Falkland, os adventistas marcam presença com grupos de estudo, oração e confraternização e uma emissora de TV com mensagens em inglês.

26 de abril de 2016
Pequeno grupo nas Ilhas Falkland com interessados em conhecer mais sobre Cristo.

Pequeno grupo nas Ilhas Falkland com interessados em conhecer mais sobre Cristo.

Stanley, Ilhas Falkland … [ASN] Os relatórios da missão adventista nas Ilhas Falkland demonstram o crescimento da congregação do famoso arquipélago, localizado no sul do Oceano Atlântico. Segundo o missionário Robson Gondim, que está lá desde março de 2015 junto com sua família, hoje a Igreja Adventista possui uma propriedade na região depois de várias negociações com o governo local. “Nós nos reunimos em um pequeno grupo de 12 amigos que gostam de ouvir sobre Jesus. Nas nossas reuniões, as pessoas afirmam que se sentem abençoadas, que possuem uma família nas ilhas e agradecem a Deus por termos um lugar para juntos louvarmos o Pai”, descreve Gondim.

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Nas Ilhas Falkland, o canal Hope Channel, em inglês, transmite programas que levam o conteúdo cristão produzido pela Igreja Adventista aos moradores com um sinal excelente para os padrões da região. O missionário comenta que “a diretora da empresa responsável pela instalação do nosso canal ficou impressionada pois o sinal de satélite não tem força pra chegar nas Ilhas. Ela chegou a fazer testes com outros canais com a mesma distância e nenhum funcionou, somente o Hope Channel que anuncia que Jesus está voltando”.

A presença dos adventistas nas ilhas tem começado a impactar os moradores. O pastor Robson Gondim lembra de um episódio em que um membro do pequeno grupo onde eles se reúnem convidou para as reuniões outro amigo que estava em busca de paz. “Esse convidado, chamado Danilo Saldivia Cisternas, que é natural de Viña del Mar, no Chile, começou a participar das nossas reuniões, diz que encontrou a Cristo e hoje juntamente com sua esposa está batizado”, informa o missionário. Saldivia viveu nas ilhas durante cinco anos, tempo suficiente para mudar sua vida.

A população total das ilhas que compõem Falklands ou Malvinas, como também são conhecidas, não chega a três mil moradores. Cerca de 350 pessoas vivem nas áreas rurais, cuja atividade principal é a criação de ovelhas com um rebanho de 600 mil animais. Cerca de 400 militares residem a 56 quilômetros da capital na base militar onde também funciona o aeroporto internacional que recebe semanalmente um voo do Chile e dois voos da Inglaterra. Cerca de 40 mil turistas visitam as ilhas todos os anos para apreciar as belezas naturais e conhecer a história da “Guerra das Malvinas”, conflito entre Argentina e Inglaterra de 1982 pela soberania do local. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

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