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Serviço comunitário adventista responde ao tiroteio na Flórida

Voluntários ofereceram apoio emocional e espiritual para pessoas afetas pela tragédia


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Por Divisão Norte-Americana da Igreja Adventista

Voluntários ofereceram apoio espiritual e emocional para a comunidade (Foto: Shutterstock)

O Serviço Comunitário Adventista de Resposta a Desastres (ACS DR, sigla em inglês) da Flórida, nos Estados Unidos, está oferecendo auxilio emocional e espiritual as pessoas afetadas pelo tiroteio ocorrido em uma escola de ensino médio em Parkland, no Sul do Estado, no dia 14 de fevereiro. O atirador, um ex-aluno da instituição, matou 17 pessoas e deixou outros 14 feridos.

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Naquela tarde, W. Derrick Lea, diretor do ACS DR, pediu aos diretores das associações regionais da Flórida e Sudeste para contatarem seus provedores locais de atenção emocional/espiritual para avaliar a disponibilidade. Lea também falou com a liderança da Cruz Vermelha americana, que estava averiguando que ajuda a escola poderia necessitar da comunidade de resposta a desastres.

“Falamos também com a Florida Voluntary Organizations Active in Disasters (VOAD) para saber como o ACS DR poderia ajudar”, conta Lea. Ele soube que a escola tem pessoas ali para prover atenção emocional e espiritual em tais situações. As equipes do ACS DR de ambas as associações adventistas locais se reuniram para coordenar o estabelecimento de um centro de ajuda na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Pompano Beach, na noite de sexta-feira e no sábado à tarde (16 e 17 de fevereiro).

A igreja de Pompano Beach é a que está mais perto da escola. “Nossos planos locais do ACS DR são para oferecer essa ajuda à comunidade, se as pessoas desejaram vir e conversar com provedores certificados de atenção emocional e espiritual, e estar preparados para ajudar se surgirem outras necessidades”, esclarece Lea.

Cenário preocupante

Esta é a 18ª escola a sofrer tiroteio nos Estados Unidos somente neste ano. Samantha Grady, desbravadora que estuda em Parkland, é uma das feridas neste último tiroteio. De acordo com o relatório da NBC’s Today.com, Grady contou que acatou o conselho de sua melhor amiga de usar um livro para se proteger das balas que voavam pela sala de aula, onde ela e outros se agruparam atrás dos móveis.

A história da NBC diz que Grady estava trabalhando em uma tarefa sobre o Holocausto quando ouviu dois tiros no corredor. Sua melhor amiga a puxou para baixo e as duas então correram até uma grande estante de livros. Ela incentivou Grady a pegar um livro e o usar como proteção. A amiga da Grady, que estava frequentando a igreja com ela, de acordo com seus familiares, não sobreviveu.

A Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia pediu para os membros orarem. “Por favor, mantenham nossas comunidades em oração”, pediu o líder regional.