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Quatro mil missionários são desafiados a encontrar quem precisa conhecer a Cristo

Congresso Missionário Internacional realizado na Coreia do Sul reforçou a importância do envolvimento com a missão da Igreja.

Por Marcos Paseggi, Adventist Review

Secretário executivo da Igreja Adventista do Sétimo Dia, G.T. Ng, compartilha o sermão de abertura do Congresso Missionário Internacional (Foto: Adventist Review)

Com uma cerimônia que combinou tecnologia artística, mensagens e apresentações musicais, os líderes adventistas na região do norte da Ásia e Pacífico abriram o Congresso Missionário Internacional de 2018 em Goyang, República da Coreia, em 8 de agosto de 2018.

O evento atraiu cerca de quatro mil membros da Igreja de todas as idades, cujo coração está na missão, para o Centro Internacional de Convenções e Exposições da Coreia (Kintex) para quatro dias de treinamento, ação missionária e testemunho.

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A maioria dos presentes reside e serve em localidades como as Coreias do Norte e do Sul, China, Hong Kong, Japão, Macau, Mongólia e Taiwan. Alguns representantes vieram de outras regiões administrativas da Igreja, bem como de sua sede mundial, localizada em Silver Spring, nos Estados Unidos.

“Acreditamos ser um privilégio participar deste Congresso Missionário”, reforça o secretário executivo da Igreja Adventista, G. T. Ng, em nome dos líderes mundiais da denominação.

“É uma oportunidade para aprender novas habilidades, novas formas de proclamar as mensagens dos três anjos”, pontuou presidente mundial da denominação, pastor Ted Wilson, em uma mensagem em vídeo enviada para o evento.

História com uma reviravolta

A cerimônia de abertura, com duração de duas horas, começou com uma revisão coreografada dos primórdios da missão em toda essa região. A exposição, que incluiu recitativos ao estilo oratório, música com instrumentos tradicionais e efeitos especiais, contou a história dos pioneiros adventistas do sétimo dia naquela região da Ásia.

Precisamente 130 anos atrás, em 1888, o primeiro missionário autossuficiente, Abram La Rue, chegou à China. Ele é reconhecido como sendo o primeiro a levar a mensagem do advento a esse país. Algumas pessoas que La Rue treinou se tornaram posteriormente missionários em outros países asiáticos, incluindo o Japão e a Coreia.

A missão é um compromisso difícil e de longo prazo. Ela foi enfatizada em um script de cinco línguas mostrado na tela principal. “O número de almas ganhas [por La Rue] depois de oitos anos no ministério foi zero”, pontuou um narrador. “Mas ele perseverou e, finalmente, teve sucesso.”

Visão geral do auditório onde as reuniões foram realizadas. Participantes vieram de diversas regiões do mundo (Foto: Adventist Review)

Após a leitura de uma Declaração Oficial de Abertura e um Voto Especial de compromisso com a missão, o presidente da Igreja para a região, Si Young Kim, reforçou o motivo do evento. “Este é um festival para lembrar como Deus nos trouxe até este ponto e como Ele operou miraculosamente neste campo missionário”, sublinhou.

Falando com mais seriedade, Kwang fez então um pedido especial: “Estamos apenas a 25 quilômetros da fronteira com a Coreia do Norte. Vamos continuar orando fervorosamente para que esse país se abra ao evangelho”, apelou.

Ng encerrou a cerimônia de abertura com um apelo para que os missionários saiam e encontrem aqueles que precisam conhecer Jesus. Refletindo sobre as parábolas de Cristo sobre a ovelha perdida, a moeda perdida e o filho pródigo (Lucas 15), ele lembrou que Deus está sempre tentando atrair as pessoas de volta a Ele e que cada adventista deve fazer o mesmo.

“Parte da natureza de Deus é ir e buscar dos pecadores”, ressaltou Ng. “Da mesma forma, a missão da Igreja é ir em busca dos perdidos.” O Congresso Missionário Internacional foi encerrado no dia 11 de agosto.

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