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Na maior ilha fluvial do mundo, voluntários auxiliam nativos carajás

Os missionários aceitaram o desafio de viver por 365 dias na Ilha do Bananal, lar de indígenas da etnia carajá. O grupo faz parte do projeto “Um Ano em Missão” e até dezembro realizará ações sociais entre os nativos.

4 de abril de 2017

Até dezembro, os voluntários do projeto “Um Ano em Missão” (também conhecido como OYiM – One Year in Mission) morarão entre os nativos, auxiliando através de ações sociais e evangelísticas.

Ilha do Bananal, TO… [ASN] Em janeiro, nove missionários aceitaram o desafio de viver por 365 dias na Ilha do Bananal, localizada no Tocantins. Considerada a maior ilha fluvial do mundo, ela é o lar de indígenas da etnia carajá. Até dezembro, os voluntários do projeto “Um Ano em Missão” (também conhecido como OYiM  – One Year in Mission) morarão entre os nativos, auxiliando através de ações sociais e evangelísticas.

Na década de 1920, nessa mesma região, a Igreja Adventista do Sétimo Dia iniciou seus primeiros esforços para alcançar populações nativas brasileiras.

Atualmente, um dos maiores desafios da missão é conter o elevado índice de suicídios. Nos últimos quarto anos foram registradas 35 mortes por suicídio além das 223 tentativas notificadas, conforme apontam relatórios da Secretaria Especial de Saúde Indígena e do Ministério da Saúde.De acordo com líderes carajás, a presença dos missionários nas aldeias é essencial para lhe dar com esse triste cenário. [Equipe ASN, Rafael Acosta; fotos: Rafael Acosta]

Confira a reportagem completa:

 

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