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Igreja sul-americana terá maior número de voluntários no mundo

Cresce a quantidade de voluntários que saem da América do Sul ou vêm até o continente para apoiar a missão adventista.

22 de maio de 2016
Fernando deixou as perspectivas de trabalho em São Paulo e foi servir no interior do Amazonas.

Fernando deixou as perspectivas de trabalho em São Paulo e foi servir no interior do Amazonas.

Brasília, DF … [ASN] Nesse ano, o Serviço Voluntário Adventista (SVA) na América do Sul deverá ter o maior número de voluntários ativos do mundo. A estimativa é que passe de 750 pessoas indo para fora da América do Sul ou vindo para o continente para servir durante um período na obra de maneira voluntária. Segundo informou o secretário associado para o SVA sul-americano, durante a Comissão Diretiva Plenária na tarde de domingo, 22, pastor Elbert Kuhn, em 2015 o número de voluntários foi de 652 contra 146 em 2014.

O Serviço Voluntário Adventista é um programa oficial que tem o objetivo de oferecer oportunidades de serviço voluntário temporário para adventistas jovens e adultos, estudantes e profissionais, em regiões necessitadas do mundo, para auxiliar na pregação do evangelho. “

Para ser voluntário, o interessado deve encontrar um chamado, preencher um cadastro online, se preparar para o voluntariado, apresentar documentos necessários, tais como passaporte, visto, vacinas e o seguro, e preparar as malas.

Voluntários

Fernando Borges é fotógrafo e decidiu ser voluntário no projeto Salva-Vidas Amazônia, que se propõe a diminuir o sofrimento de pessoas que moram nos lugares mais isolados e carentes da região, principalmente nas comunidades ribeirinhas. O plano nasceu inspirado na história de Leo e Jessie Halliwell, um casal de americanos missionários da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que na década de 1930 atuava junto a essas comunidades com a lancha Luzeiro I.


Borges serve numa comunidade que fica a dez horas de Manaus de barco. Segundo ele, o local é carente e não possui variedade de comida, como por exemplo, arroz, feijão e farinha. Para ele, a experiência mais marcante é a espiritual. “Eu posso dizer que a minha vida espiritual com Deus foi dividida entre antes e depois da Amazônia. É extraordinário fazer o trabalho que Deus nos envia”, destaca.

A jovem Allana Ferreira embarcou para a Tailândia, no sudeste Asiático, onde é professora assistente no Jardim da Infância e também professora de mídia. Já havia passado dois anos antes no Líbano, também como voluntária. “Se você tem o desejo de ser voluntário tenta umas férias para começar, pois não vai ser fácil. Aqui o choque cultural foi bem forte, mais do que no Líbano, e com tudo a gente cresce pela graça do Senhor. Talvez você desista ou talvez você se encontre”, comenta.


Ao enumerar os benefícios de ser um voluntário, o pastor Erton Köhler, presidente da Igreja Adventista em oito países sul-americanos, “uma vez missionário, sempre missionário. Para um jovem que vai como voluntário a experiência que tem com Deus é marcante e inesquecível. Nunca mais ele será a mesma pessoa”. [Equipe ASN, Silaine Bohry, com colaboração de Felipe Lemos]

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