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Planejamento 2016 é elaborado em conjunto

Em uma reunião inédita, a administração procurou formular um planejamento baseado na realidade das igrejas locais.

reuniao-planejamento-arf-2016-equipePapucaia, RJ… [ASN] Nos dias 23 e 24 de setembro, os líderes da Associação Rio Fluminense (ARF) se reuniram no Centro Adventista de Treinamento e Recreação (CATRE), em Papucaia, RJ, com pastores distritais representantes de cada região que compõe o campo. A proposta foi traçar as metas para 2016 e elaborar o planejamento das atividades do próximo ano.

Para o presidente da ARF, pastor Geovane Souza, o objetivo foi criar um planejamento que estivesse o mais próximo possível da realidade dos pastores e suas igrejas. “Queremos fazer algo compartilhado. Acreditamos que se pastores, administradores e departamentais trabalharem juntos, o programa será mais consistente e a igreja será beneficiada”, afirmou.

Durante os dois dias, todos ficaram à vontade para expor opiniões, dentro de um clima de respeito. A ideia foi somar. “O que eles falaram, reforçou as propostas, tornou o planejamento mais coerente e consistente. Em alguns momentos foi necessário repensar algumas estratégias. Criamos uma parceria e eles se sentiram responsáveis por fazer dar certo”, explicou o pastor Geovane.

Diferente do que acontece rotineiramente nos campos, essa reunião é pioneira ao ouvir as necessidades e dificuldades daqueles que trabalham na linha de frente. O secretário da União Sudeste Brasileira (USeB), pastor Leônidas Guedes, afirmou que em 14 anos trabalhando na área administrativa nunca presenciou nada parecido. “Eu vejo como um ato de coragem e visão de liderança. A maioria dos gestores trabalha dentro de um programa pré-determinado e não abre discussão a respeito. Ao ouvir a base, é possível entender se tal programa funciona ou não onde ele é executado”, explicou. Muitas são as propostas para cumprir a missão da igreja, mas nem todas se adequam à realidade. “Alguns programas ficam só na teoria, não funcionam na prática. Com isso se desperdiça tempo e material. É interessante reconhecer que quem sabe o que dá certo são aqueles que executam o projeto, ou seja, as igrejas locais “, complementou Leônidas.

O exercício de falar e ouvir foi importante para a unidade de pensamento. “Nessa reunião tivemos a oportunidade de expor as nossas necessidades e conhecer outras realidades. Em certos momentos, ao ouvir outras opiniões até mudamos a nossa em prol do outro. Está sendo muito produtivo”, afirmou o pastor Isaías Luiz, do distrito do Ipiranga em Campos dos Goytacazes, RJ.

Foram traçadas três metas: 1. Expandir; 2. Multiplicar e 3. Discipular. A partir daí foram definidas as estratégias. “As metas não são da ARF, são de todos. Não temos que inventar a roda. Os projetos estão à nossa disposição, só precisamos utilizar melhor, fazer acontecer direito e em equipe”, enfatizou Geovane. Segundo o responsável pelo distrito do Fonseca, em Niterói, RJ, pastor Marcos Shultz cada meta foi exaustivamente debatida. A preocupação foi não sobrecarregar os líderes, mas que tudo seja feito de forma espontânea, natural. “Eu saio daqui com muita inspiração. O crescimento é algo natural para todo organismo vivo. A igreja também precisa crescer”, finalizou Schultz. [Equipe ASN, Tatiana Buitrago]

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