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Igreja Adventista vai ensinar idiomas e música à comunidade

Comunidade peruana do distrito de La Molina é de alto poder aquisitivo.

3 de novembro de 2014
Nova congregação está fundamentada na rocha, mas quer ser relevante para comunidade diferenciada em distrito limenho

Nova congregação está fundamentada na rocha, mas quer ser relevante para comunidade diferenciada em distrito limenho

Lima, Peru … [ASN] Uma bela congregação em uma zona alta cercada por grandes montanhas que misturam o verde das plantas com o cinza da areia é uma paisagem, sem dúvida, diferente. Essa é a Igreja Adventista de La Molina, localizada em um dos bairros com o metro quadrado mais caro de Lima (em torno de 3 a 5 mil dólares), capital do Peru. Inaugurada na tarde de domingo, 2, com a presença da liderança mundial adventista, a Igreja tem uma proposta ousada: quer ser um centro de grande influência cultural, educacional e espiritual na comunidade.

Segundo Daniel Vallejos, diretor de Comunicação da Igreja Adventista para a zona sul do Peru (União Peruana do Sul), o poder aquisitivo dos cerca de 20 mil moradores do bairro foi encarado pelos adventistas como uma oportunidade de apresentar uma igreja relevante para a sociedade. A denominação é a única cristã autorizada até agora a contar construir um templo em La Molina e deve aproveitar bem o terreno com 2.700 metros quadrados. Ali serão oferecidos em um prédio de cinco andares cursos de instrumentos e idiomas como inglês, português e mandarim para a população local, além de outros conforme a possibilidade e interesse.

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Rocha é fundamento

O templo para cerca de 300 pessoas foi dedicado a Deus no domingo e contou com várias cerimônias especiais. Um monólito foi descerrado, uma rocha com a inscrição da Igreja foi inaugurada, fitas cortadas e quatro batismos marcaram o início oficial de funcionamento da congregação. Na hora de revelar a rocha de granito colocada na entrada da congregação, o secretário executivo associado da Igreja Adventista mundial, pastor Augustin Galicia, frisou que o fundamento de qualquer congregação é espiritual, ou seja, precisa estar baseada na rocha que simboliza Cristo.

O engenheiro que projetou a obra e que é membro de La Molina, Raul de Los Ríos Sanchez, explicou que até agora os cerca de 100 adventistas se reuniam em um lugar acanhado. E sonha com o futuro. “Queremos estabelecer parcerias com a universidade adventista aqui do Peru para ter os profissionais que nos ajudarão com isso. Não queremos apenas levar a Palavra, mas ensina as pessoas algum ofício, ser úteis”, comenta o engenheiro. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

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