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Entidade defende respeito a símbolos religiosos

Associação Internacional de Liberdade Religiosa se posiciona sobre apresentação de escola de samba. Entidade vê desrespeito a símbolos religiosos.

Por Felipe Lemos 7 de março de 2019

Manifestação ocorre devido a desfile que, segundo entidade, ofendeu a muitos em relação à figura de Jesus Cristo. Foto: Shutterstock

Um episódio recente durante a apresentação de uma escola de samba em São Paulo deu início a uma discussão nacional sobre o uso de símbolos religiosos. Na passarela, a agremiação apresentou um homem caracterizado como Jesus, atacado e derrotado pela figura do diabo. A exibição gerou comentários em diferentes aspectos, desde política até religião. O ato chamou a atenção, também, de entidades que defendem a liberdade religiosa.

Uma delas foi a Associação Internacional de Liberdade Religiosa (IRLA), com atuação mundial e uma das mais antigas do mundo. O diretor sul-americano da organização, Hélio Carnassale, frisa que “o conjunto de liberdades, tão importante na sociedade, foi conquistado e mantido com perseverante dedicação. E necessita ser expresso sempre de maneira respeitosa aos sentimentos e convicções dos demais”.

Para ele, o que ocorreu na apresentação da escola de samba foi um ultraje e desrespeito em relação a Jesus Cristo, reconhecido como Deus pelos cristãos. “Por conta disso, sentimentos são feridos, pessoas são ofendidas e isso não produz bem-estar e nem harmonia social”, ressalta Carnassale.

Liberdade religiosa inclusiva

A IRLA tem defendido uma liberdade religiosa inclusiva e destaca o direito civil que cada cidadão possui de escolher livremente sua crença, de mudar de religião sem sofrer qualquer violência ou até mesmo não professar nenhuma fé. “Nós entendemos que a liberdade religiosa existe em conexão com outras liberdades fundamentais, como a liberdade de consciência, pensamento e expressão, e que somadas, estas liberdades garantem dignidade ao ser humano”, pontua o líder sul-americano da entidade.

Ao mesmo tempo, a Associação declara que a contrariedade com o ato não deve permitir manifestações de discurso odioso ou qualquer forma de agressividade e violência contra pessoas e organizações.

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