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Documento orienta sobre cuidados de candidatos adventistas

Candidatos a cargos eletivos não podem utilizar, por exemplo, símbolo oficial da Igreja e nem de qualquer departamento em suas campanhas.

18 de setembro de 2014
Material trata, ainda, da relação da Igreja Adventista com as eleições e política partidária. Tem como base a Bíblia,  escritos de Ellen White e o Manual da Igreja

Material trata, ainda, da relação da Igreja Adventista com as eleições e política partidária. Tem como base a Bíblia, escritos de Ellen White e o Manual da Igreja

Brasília, DF … [ASN] O documento intitulado Os Adventistas e a Política, produzido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia  na América do Sul, apresenta orientações, também, voltadas a pessoas que são membros da denominação e desejam concorrer a cargos eletivos. Não há impedimento oficial para que elas concorram a esses cargos, porém algumas observações são feitas para esse tipo de atividade.

Conforme o documento, “candidatos adventistas não devem usar o púlpito e nem programas oficiais da Igreja para pedir votos”. Também há recomendação para que os membros que aspiram a cargos públicos eletivos deixem suas funções na congregação local. “No caso de pastores e obreiros assalariados, é obrigatório que os mesmos deixem seu trabalho na obra adventista antes de lançar suas candidaturas”, assinala o material.

Uso da marca e materiais adventistas

Outra orientação oficial da Igreja Adventista diz respeito à maneira como os candidatos se apresentam em suas campanhas. No documento é dito que “a Igreja Adventista do Sétimo Dia não autoriza o uso da marca oficial, materiais, símbolos, uniformes e nomes de quaisquer um dos seus departamentos, serviços ou projetos em campanhas públicas ou veiculação de material publicitário para fins de propaganda política”.

Alguns casos de uso indevido de marcas da Igreja chegaram ao conhecimento do escritório onde está a sede adventista na América do Sul (Divisão Sul-Americana) e as providências estão sendo tomadas porque existem regras dos próprios departamentos quanto a esse aspecto. No caso do Clube de Desbravadores, por exemplo, existe um regulamento adicional que proíbe uso de símbolos, emblemas, lenço e uniforme em relação a atividades partidárias. “No caso dos desbravadores, os membros dos clubes são livres para se candidatar, mas não podem usar o departamento para respaldar suas candidaturas. Quem desobedecer, é passível de ser desligado do clube”, informa o pastor Udolcy Zukowski, diretor sul-americano dessa área. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

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