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Dados ajudam Igreja Adventista a continuar a cumprir sua missão

Informações básicas como idade e região, por exemplo, auxiliam denominação a compreender necessidades e preparar conteúdos que estimulem envolvimento evangelístico

Por Jefferson Paradello 15 de outubro de 2020

Igreja Adventista mantém avançados protocolos de segurança para proteger os dados de seus membros (Foto: Shutterstock)

Ao acessar conteúdos na internet, alguns dados ficam registrados nos servidores: a cidade ou o país de origem, obtidos a partir do endereço IP; o tempo de navegação na página ou aplicativo, a hora em que acessou, sua faixa idade, etc. A mesma coisa acontece quando alguém se cadastra em uma loja física, numa loja virtual ou numa rede social: suas informações pessoais também ficam registradas na plataforma.

O que é feito com esse conteúdo? Nos últimos anos, vários países discutiram o assunto do que fazer com esses dados, e criaram legislações específicas para protegê-los.

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Mas antes mesmo que essas leis existissem, a Igreja Adventista do Sétimo Dia já cuidava da segurança das informações de seus membros, cedidas no preenchimento de sua ficha de batismo. Hoje elas são armazenadas no Adventist Church Management System (ACMS, na sigla em inglês), sistema utilizado pela denominação ao redor do mundo.

Agora, diversos países da América do Sul, incluindo o Brasil, têm suas próprias legislações para garantir ainda mais a proteção dos dados dos seus cidadãos. Frente a isso, a Igreja Adventista do Sétimo Dia iniciou um processo para que seus membros a autorizem a manter os dados que já tinham sido fornecidos por eles, como nome, endereço, data de nascimento, data de batismo e outros.

“Queremos continuar a cuidar bem das informações que a Igreja tem e que são tão relevantes para o trabalho que desempenha na América do Sul. A participação de cada pessoa será fundamental para apoiar esse processo”, sublinha o pastor Edward Heidinger, secretário-executivo da sede sul-americana adventista.

Além de atender a uma exigência legal, o procedimento ajuda a Igreja a continuar a cumprir sua missão de levar esperança. Essas informações são essenciais, por exemplo, para a criação de novos projetos, para o atendimento personalizado a grupos e ao desenho de modos específicos para alcançar ainda mais pessoas.

“Conhecer a faixa etária dos membros nos auxilia a criar materiais específicos para apoiá-los em sua comunhão com Deus e para contarem com as condições mais adequadas para ensinar a Bíblia às pessoas”, exemplifica o sociólogo Thadeu Silva, diretor do departamento de Arquivo, Estatística e Pesquisa da sede sul-americana adventista.

Acesso aos dados

Os dados de membros da Igreja só são acessíveis e compartilhados com outras instituições da igreja, como a TV Novo Tempo, as associações, uniões ou a Associação Geral. Nada é fornecido para terceiros. Nem empresas, nem órgãos públicos ou políticos têm acesso a eles.

“A Igreja Adventista atua com responsabilidade, respeito e cuidado também quanto a este assunto. Queremos que cada membro fique tranquilo e se sinta seguro ao saber o propósito com que seus dados são armazenados. Mas também queremos que saibam que têm o direito de, quando acharem necessário, solicitar a alteração ou exclusão deles diretamente para a secretaria do templo que frequentam”, pontua o diretor jurídico da sede sul-americana adventista, Luigi Braga.

Para conhecer a Política de Privacidade de Dados da Igreja Adventista e todos os detalhes do documento, visite adv.st/privacidade

Entenda mais sobre o assunto no vídeo abaixo:

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