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Cultos online são alternativa para quem ainda não pode ir à igreja em SC

Transmissões permitem que fiéis assistam cultos em período de pandemia

Por Paulo Ribeiro 7 de maio de 2020

Clarice Plack assiste cultos da ANC pela internet . [Foto: Arquivo Pessoal].

Devido à quarentena por conta do novo coronavírus, a Igreja Adventista no território da Associação Norte Catarinense tem intensificado os cultos transmitidos pela internet. O estado de Santa Catarina autorizou a abertura das igrejas no dia 20 de abril desde que elas utilizem 30% da sua capacidade de público e sigam algumas regras de prevenção contra à disseminação da doença. Também não é permitido a presença nos cultos os fiéis que pertencem aos grupos de riscos: idosos, gestantes, hipertensos, diabéticos, imunodeprimidos ou com outras comorbidades.

Justamente para atender esses públicos que não podem assistir os cultos presencias, dois programas acontecem, ao vivo, semanalmente nas mídias online da ANC: o “Igreja em Casa“(sábado às 10h30); e o “Domingos Especiais“(domingos, às 19h30). Os cultos podem ser assistidos pelo YouTube, Facebook e Instagram.

De acordo com o núcleo de Comunicação da ANC, estima-se que cerca de mil famílias assistem os cultos online nas três plataformas onde as transmissões ocorrem. Depois da permissão de reabertura das igrejas houve diminuição na audiência, que antes atendia em torno de dois mil lares, no entanto, muitos continuam assistindo as transmissões porque ainda não podem ir às igrejas.

Clarice Plack, da igreja adventista central de São Francisco do Sul, é uma dessas pessoas que assistem os cultos online nas mídias da ANC. “Acho excelente ! É uma forma de continuar os momentos de adoração em casa, distante dos membros mas ao mesmo tempo unidos na mesma missão. Inclusive tenho compartilhado os links para outros familiares que assistem juntos no mesmo momento. Minha filha e sua família estão acompanhando lá de Altamira, no Pará”, agradece Clarice.

A internauta explica ainda que as reflexões bíblicas dos cultos são estudadas entre família. “É bom porque podemos conversar com a família sobre os temas. Meu neto acompanha e gosta da adoração infantil”, conta Clarice.

 

 

 

 

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