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Adequações na formação teológica adventista se tornam meta da Igreja Adventista

Ajustes na formação teológica adventista, frente aos novos desafios do mundo, é uma das ênfases estratégicas para os adventistas nos próximos cinco anos.

7 de novembro de 2015
Momento em que delegados presentes ao Concílio Quinquenal puderam opinar sobre ênfase relacionada à formação teológica adventista

Momento em que delegados presentes ao Concílio Quinquenal puderam opinar sobre ênfase relacionada à formação teológica adventista

Brasília, DF … [ASN] No último dia do Concílio Quinquenal, na sexta-feira, 6, algo ficou muito claro: a formação teológica adventista passará por adequações nos próximos cinco anos. Alguns conceitos básicos serão mantidos e são eles, aliás, que fazem a teologia adventista ser relevante e uma das mais conceituadas. Mas ficou acertado que se criará um grupo de estudos para fazer reavaliações sobre a maneira como são formados os pastores adventistas. Somente na América do Sul, são mais de 4 mil na ativa.

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A quarta ênfase geral da Igreja Adventista para o quinquênio foi fruto de um estudo conduzido pelo vice-presidente sul-americano da organização, pastor Bruno Raso. Ele explicou que aspectos como as mudanças tecnológicas, a forma como os membros percebem a atividade do pastor, o próprio tamanho das congregações adventistas, entre outros fatores, nortearão essa revisão na formação teológica. Hoje, em média, nos oito países sul-americanos atendidos pela Divisão Sul-Americana, há um pastor para cada 4,9 igrejas.

Durante o momento em que essa ênfase foi apresentada aos mais de 200 participantes do Concílio, os pastores fizeram questão de ouvir opiniões sobre o significado da atividade ministerial da parte de membros conhecidos como leigos, ou seja, sem formação teológica específica, mas que contribuem para tomada de decisões administrativas da organização. Entre as explanações dos membros, vários indicadores mostram que há necessidade de uma reorientação nessa formação: maior proximidade dos pastores com os membros, mais paixão pelo trabalho, mais consagração espiritual dos pastores, necessidade de se apresentar sermões mais fundamentados na Bíblia e não tanto em outras fontes e importância do pastor como alguém que forma novos discípulos. “Acima de tudo, percebemos a importância de que o pastor seja o pastor da maioria dos membros”, comentou Raso.

Várias sugestões foram listadas para melhorar a formação teológica adventista. Há ideias desde um ajuste no currículo das próprias disciplinas oferecidas nos seminários até fortalecimento da prática pastoral e incentivo para que os pastores tenham uma segunda carreira profissional também e se desenvolvam, também, em outras áreas. [Equipe ASN, Felipe Lemos]

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