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Pastores são desafiados a dialogar com novas gerações

Eles terão que contar histórias no momento da Adoração Infantil, mas de uma maneira diferente

Por Leonardo Saimon 30 de janeiro de 2019

Pastores se comprometem a cumpri desafio durante concílio em Belo Horizonte. Foto | Arquivo

Logo no primeiro dia de reunião para alinhar a agenda de 2019, na segunda-feira (28), dezenas de pastores de Belo Horizonte, Centro-Oeste de Minas e do Triângulo Mineiro foram desafiados pelo ministério da Criança e dos Adolescentes a dialogarem com essas gerações. A iniciativa foi compartilhada com os participantes durante o concílio dos pastores no Catre de Belo Horizonte.

Comumente, já existe na Igreja Adventista um espaço em seus cultos para que sejam dedicado às crianças, por exemplo. O momento é conhecido como Adoração Infantil. Mas em 2019, os pastores da Região Central de Minas Gerais (Associação Mineira Central) terão que não apenas incentivar estes momentos como compartilhar as suas experiências e as histórias bíblicas com as crianças.

“A melhor forma de ensinar é pelo exemplo. Assim eles estarão dizendo para igreja e para as crianças que elas são importantes e especiais. Os pastores foram desafiados a em 2019 ajudarem a consolidar a Adoração Infantil nas igrejas através do exemplo. Eles contarão histórias na Adoração Infantil deverão fotografar ou filmar e me mandar”, explica a líder deste ministério para a região, professora Marina Faria.

Só que o momento promete ser um pouco diferente. Os pastores terão que contar as histórias de avental. O objeto tem sido um dos símbolos do ministério da Criança e do Adolescentes na Mineira Central. Em 2018, os aventais serviram como premiação aos diretores e diretoras que desenvolvessem pelo menos 80% das atividades destinada às crianças e adolescentes nas igrejas locais. Agora os pastores precisarão usá-los com o intuito de que os aventais caracterizem um momento diferente e importante da liturgia da igreja.

“As novas gerações precisam se sentir amadas e valorizadas. Elas fazem parte da igreja e devem ter um espaço importante nela”, corrobora Marina.

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