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Histórias mostram episódios particulares da vida de Ellen White

Livro "Fatos Curiosos sobre Ellen White" contém 25 momentos vividos pela autora

Por André Vasconcelos 26 de abril de 2021

Obra apresenta lado pouco conhecido da cofundadora da Igreja Adventista (Foto: Divulgação / CPB)

Ao longo de aproximadamente 70 anos, Ellen White exerceu seu ministério como mensageira do Senhor. Ela tinha apenas 17 anos quando iniciou a obra de exaltar as Escrituras e apresentar Jesus às pessoas. Durante esse período, ajudou a organizar a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aconselhou os líderes da denominação, promoveu reformas religiosas, incentivou a abertura de instituições de ensino e de saúde e exortou os membros da Igreja a se comprometer com Deus.

Isso é o que a maioria das pessoas que conhecem um pouco sobre os adventistas sabe a respeito da pioneira cofundadora da denominação. Mas há detalhes sobre a vida de Ellen White que muita gente ainda desconhece. Ao contrário do que alguns costumam imaginar, por trás do piedoso ícone de religiosidade havia um ser humano real. Por exemplo, você consegue imaginá-la comendo pipoca na sala de casa com os netos enquanto o filho dela conta histórias? Consegue vê-la em situações cotidianas, inusitadas e engraçadas?

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O ministério e os escritos de Ellen White já foram assunto de muitos livros, mas poucas obras se preocupam em apresentar a pessoa por trás da figura pública. Como ela interagia com seus familiares e colegas de trabalho? Será que as crianças gostavam da companhia dela? A senhora White era bem-humorada?

Uma pessoa real

Em Fatos Curiosos Sobre Ellen White (CPB), de James R. Nix, que foi diretor do Ellen G. White Estate por aproximadamente 20 anos, o leitor encontra muitas histórias sobre os bastidores da vida e época da pioneira. Nix teve a oportunidade de conhecer e entrevistar muitas pessoas que tiveram contato com Ellen White pessoalmente.

Um relato é suficiente para revelar a proposta do livro. O capítulo intitulado “A Casamenteira” narra uma experiência no mínimo curiosa. Ethel May Lacey, que se tornaria a segunda esposa de Willie, trabalhava para Ellen White na ocasião. May costumava fazer massagens com sal nela quando estava estressada e necessitava relaxar.

Certa vez, May confundiu o saco de sal com o de açúcar. Ao massagear Ellen, o açúcar se misturou ao suor e formou uma massa pegajosa. Quando percebeu o equívoco, Ellen lhe perguntou: “May, o que está tentando fazer comigo? Você quer me adoçar um pouco?” Como era de se esperar, a jovem ficou envergonhada, mas o senso de humor da senhora White a deixou à vontade.

A exemplo dessa história, muitos dos relatos registrados nesse livro ajudarão o leitor a enxergar Ellen White não somente como a mensageira do Senhor, mas também como uma pessoa. Ao mesmo tempo, reafirmarão a validade e a coerência do dom espiritual revelado na vida e obra da pioneira adventista.


André Vasconcelos é editor de livros na Casa Publicadora Brasileira.

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