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Paulistana realiza 18º Campori

O tema deste ano foi "O Libertador", e a proposta era fazer com todos relembrassem passos importantes da vida de Jesus, e o aceitassem como o seu Libertador.

Por Lóren Vidal 22 de julho de 2019

A Associação Paulistana, sede da Igreja Adventista para a região central de São Paulo, promoveu o 18º Campori, e levou para a cidade de Itu, no interior do estado, mais de 3500 desbravadores em 103 clubes.

Para o pastor Cesar nascimento, líder do ministério na Paulistana, os maiores desafios estavam relacionados a montagem da infraestrutura. O trabalho começou muito tempo antes, e a montagem a cerca de duas semanas. Tudo só foi finalmente finalizado com a chegada dos clubes, que concluíram a montagem dos portais, barracas e cozinhas.

“O que me deixou mais feliz foi ver na sexta-feira os clubes chegando, os portais começando a ser erguidos, nossos Desbravadores correndo de um lado para outro fazendo amizades e alegres. Isso deixou o meu coração feliz, pois eu percebi que estava começando o Campori da Paulistana, o Campori que ficará marcado para sempre na história da vida de nossos Desbravadores”, comentou o pastor Cesar logo no início da programação.

Se a expectativa dele era marcar aquele momento na vida dos desbravadores, é porque ali histórias como a da Deise Messias se repetem. Ela é diretora do clube Guardiões do Rei, e comentou que na próxima semana completaria 40 anos de idade, e desses, 30 dedicados ao clube, e 25 já atuando como líder. “Esse ministério significa a minha vida”, comentou sorrindo Deise, que com energia organizava os últimos detalhes da área de acampamento com todo o seu clube.

Quem também precisou de energia foram as cozinheiras, integrantes fundamentais em cada acampamento. E em um rápido passeio foi possível observar que as refeições eram elaboradas e muito saborosas. Além das refeições básicas, desjejum, almoço e jantar, a disposição do clube ainda estavam frutas durante o dia e até um chá e chocolate quente nas noite frias. E se o aniversário acontece durante o Campori, porque não comemorar com todo o clube? E algumas festas ganharam bolos feitos ali mesmo, graças a experiência e dedicação do time que comandava a cozinha. Todo o talento ganhou destaque fora da tenda também. Um concurso elegeu o melhor prato doce, e ainda premiou e homenageou cada cozinheira.

O tema deste ano foi “O Libertador”, e a proposta era fazer com todos relembrassem passos importantes da vida de Jesus, e o aceitassem como o seu Libertador. Em cada momento espiritual isso foi relembrado pelo orador oficial, o pastor Péricles Barbosa, que contou com ajuda de uma equipe de louvor, cantores e grupos convidados e até um grupo que encenou momentos importantes da vida de Jesus. Um dos mais especiais foi a Santa Ceia, onde todos participaram do lava pés, e do partilhar do pão e do vindo. Segundo o pastor Cesar Nascimento não é comum fazer uma Santa Ceia em um Campori, mas como o tema falava sobre a vida de Jesus, e foi Ele quem instituiu e ainda participou da cerimônia, foi muito importante que ela acontecesse ali.

Durante a manhã de sábado e as programações realizadas a noite, outra cerimônia, ainda mais importante, acontecia. Desbravadores e líderes escolheram marcar esse momento em sua vida como sendo também o seu compromisso público com Jesus, e por isso, centenas de pessoas foram batizadas, e levaram dali não só as amizades, aventuras e brincadeiras, mas principalmente o seu encontro com o Libertador.

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