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Oeste Paulista é impactado com 140 ações de combate a violência

Por Suellen Timm - com informações de colaboradores locais 28 de agosto de 2019

As crianças que participam do Clube de Aventureiros e os juvenis que fazem parte do Clube de Desbravadores participaram das passeatas em praças e avenidas. Foto: colaborador local

Mais de 250 mil revistas e folhetos foram distribuídos em todo o oeste paulista nas ações do projeto Quebrando o Silêncio. A campanha de combate ao abuso e violência de mulheres crianças e idosos foi marcada por passeatas, ações no centro da cidade, atendimento ao público, palestra em escolas e programas nas mais de 300 igrejas adventistas da região. Em várias cidades como em Ribeirão Preto e São Carlos, o Quebrando o Silêncio já faz parte do calendário oficial do município.

Ao todo foram 140 ações realizadas em diversas cidades. Foto: colaborador local

Ao todo foram 140 ações realizadas em diversas cidades, com o objetivo de informar a população, prevenir novos casos e ao mesmo tempo ajudar pessoas a superarem os traumas ao encontrar ajuda. Em alguns pontos, a iniciativa contou com a ajuda de profissionais para atendimento psicológico e jurídico. O projeto também contou com a criatividade dos organizadores locais para produzir faixas, placas, encenações e até atividades de conscientização para as crianças.

As 13 escolas da Rede de Educação Adventista, promoveram palestras sobre o tema e os alunos receberam material informativo. As crianças que frequentam o Clube de Aventureiros e os juvenis que fazem parte do Clube de Desbravadores participaram das passeatas em praças e avenidas. Em várias das ações, autoridades públicas e do conselho tutelar estavam presentes.

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Ações na região

Em Araraquara, a passeata foi realizada no feriado da cidade. A iniciativa contou com a participação do prefeito Edinho e autoridades locais. Na ação, foram distribuídos 1.800 folhetos, 300 livros missionários e 150 folhetos da igreja. Já em São Carlos, a iniciativa é realizada há seis anos e conta com a presença de autoridades e a cobertura da imprensa local. Em 2019, além do material explicativo, foram doadas 5 mil peças de roupas, oferecido corte de cabelo, atendimento jurídico e de saúde. Todos esses serviços foram oferecidos para a comunidade gratuitamente.

Em Andradina a passeata chamou a atenção ao representar o resultado de violência doméstica com uma mulher em cadeira de rodas, com a cabeça enfaixada e marcas de sangue no rosto. Foto: colaborador local

Em Biriguí, a igreja promoveu uma Palestra sobre o Abuso Infantil numa universidade da cidade. O auditório, com mais de 200 lugares, ficou lotado. Já em Marília, as igrejas da cidade se uniram à Escola Adventista numa passeata no centro da cidade. A delegada da Delegacia da Mulher esteve presente e ao final, membros da igreja e alunos da Escola Adventista soltaram balões simbolizando orações que a igreja faz pedindo a proteção de Deus para todas as crianças. À tarde, foi promovida uma palestra aberta para a comunidade sobre o assunto.

Em Andradina a passeata chamou a atenção ao representar o resultado de violência doméstica com uma mulher em cadeira de rodas, com a cabeça enfaixada e marcas de sangue no rosto. Em Jaboticabal, Araçatuba, Itápolis e na região do bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto, as passeatas promovidas contaram com a presença da fanfarra dos Clubes de Desbravadores. Em Ribeirão Preto e Nova Europa, o AMM (Adventist Motorcycle Ministry) participou das ações chamando a atenção da comunidade por onde passava.

Em São José do Rio Preto, os membros da Igreja Adventista localizada no bairro Jardim Soraia foram na Cidade da Criança distribuir material e orar com as famílias que passavam pelo local. Também em Rio Preto, no bairro Nova Redentora, foi promovida uma palestra com a especialista em direito da família, Raquel Sarmento, que inclusive foi divulgada em entrevista na Rede Record.

O projeto

O Quebrando o Silêncio foi lançado em 2002 com o objetivo de educar e prevenir contra o abuso e a violência doméstica. Desde o seu início, inúmeros temas foram debatidos como agressões contra a mulher, depressão, estupro, drogas e outros. O projeto é promovido anualmente pela Igreja Adventista do Sétimo Dia em oito países da América do Sul (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai), buscando alcançar mais de 300 milhões de pessoas na região com ações que podem salvar vidas.

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