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Feira de Saúde oferece serviços gratuitos e alerta sobre violência infantil

No último domingo, 25, os moradores da cidade de Sete Lagoas receberam materiais informativos do Quebrando o Silêncio, durante a Feira de Saúde.

Por Renata Paes 26 de agosto de 2019

Foram oferecidos serviços gratuitos de teste de glicemia, aferição de pressão, medição de Índice de Massa Corpórea (IMC), entre outros. (Foto: Renata Paes)

A costureira Shirlene Mendes, de 54 anos, soube da Feira de Saúde, promovida pela Igreja Adventista Central de Sete Lagoas, pela rádio local. No domingo (25), lá estava ela na Orla da Lagoa Boa Vista, com a filha de 14 anos, que brincou na cama elástica, montada exclusivamente para as crianças se divertirem.

Enquanto a adolescente aproveitava, Shirlene usufruiu dos serviços oferecidos gratuitamente durante a programação em alusão ao Quebrando o Silêncio. Ela recebeu os materiais informativos da campanha, que neste ano focou na violência infantil. Para ela, o tema é pertinente.

“Eu assisto tevê constantemente e vejo o que acontece com as crianças. Precisamos falar sobre abuso infantil. Estão acontecendo muitas coisas no mundo. Sempre converso com minha filha sobre isso. Não a deixo sair sem saber com quem está indo”, conta a mãe.

Água saborizada refrescou os visitantes da Feira de Saúde. (Foto: Renata Paes)

A Feira de Saúde ofereceu à comunidade serviços gratuitos de teste de glicemia, aferição de pressão, medição de Índice de Massa Corpórea (IMC), massagem relaxante, corte de cabelo, orientação jurídica, aconselhamento familiar e cuidados com a pele.

Maurício Marques Viana, de 44 anos, não pensou duas vezes em parar no local para cuidar da pele. Segundo ele, assim como as mulheres, os homens também precisam estar bem apresentados. “Daqui a pouquinho vou até cortar o cabelo”, disse ele.

Atendimento jurídico também foi realizado durante a Feira. (Foto: Renata Paes)

Em outra tenda, a advogada, Naiara Saiure, a bacharel em Direito, Simone Silva e a acadêmica de direito, Yanna Karen Gomes, prestaram atendimento jurídico. O foco era trazer orientações as famílias sobre como agir, diante de casos de violência doméstica.

“Às vezes, as vítimas não se sentem à vontade para falar. Elas se sentem intimidades. Mas estamos aqui dando orientações em diversas situações para quem nos procura”, pontuou Naiara.

Para a líder do Ministério da Mulher em Belo Horizonte, Profª. Rita Hirle, a Feira é uma oportunidade que a Igreja tem de se aproximar da comunidade. “Aqui as pessoas estão sendo conscientizadas a cuidarem da saúde e, portanto, se sentem mais abertas para falar de outros assuntos. É durante o atendimento, que alertamos sobre os cuidados que precisam ser tomados com as crianças”, enfatizou ela.

Em Minas Gerais foram entregues cerca de 21 mil revistas impressas do Quebrando o Silêncio para adultos, adolescentes e crianças, com orientações sobre como evitar a aproximação de abusadores,  denunciar e tratar o tema com as crianças. Em outras igrejas também foram realizadas passeatas, distribuição de materiais em pontos comerciais, pelas ruas, semáforos e palestras  com delegadas e psicólogas dentro das igrejas.

Veja aqui mais fotos  das ações do Quebrando o Silêncio

 

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