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Congresso motiva líderes de Pequenos Grupos no Leste de São Paulo

Durante evento, projeto Obede-Edom foi lançado para quase 600 pessoas

 

Líderes foram motivados a Multiplicar Esperança (Foto: Henrique Almeida)

Por Vanessa Moraes

Um encontro marcado uma vez por semana. Uma casa que recebe pessoas alegres para compartilhar bons momentos espirituais. Um ambiente que integra amizade, relacionamento e ensina sobre o amor de Deus. Pequeno Grupo é isso. Nas regiões Leste e Norte da capital paulista, 543 Pequenos Grupos são liderados por pessoas compromissadas com Deus. E para continuar desenvolvendo esse trabalho de evangelismo nos lares, elas participaram do congresso Multiplique Esperança, que reuniu quase 600 pessoas no último domingo, 4 de agosto, no auditório do Colégio Adventista de Vila Matilde.

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Há mais de cinco anos a Igreja Adventista no Brasil e em mais sete países sul-americanos destaca a importância dos Pequenos Grupos para trazer pessoas a Jesus. Neste ano, o tema “Discipulando Vidas” foi a ênfase do projeto, que mostrou a necessidade de investir em pessoas para produzir discípulos. “Este assunto é importante porque, dentro do plano de Deus para o evangelismo, os lares sempre foram fundamentais”, afirma o pastor Edimilson Lima, um dos palestrantes do evento e líder de Escola Sabatina e Missão Urbana para os adventistas no Estado de São Paulo.

Preparar pessoas

Durante sua explanação, o presidente da Igreja Adventista para as regiões Leste e Norte paulista, pastor Aguinaldo Guimarães, lembrou que o personagem bíblico João Batista preparou pessoas para a primeira vinda de Cristo. “Ele tinha uma mensagem especial de arrependimento e orientou o povo, conduzindo-o à salvação. Agora é a nossa vez. Deus nos ama tanto que deu a você e a mim esse privilégio de preparar pessoas para a segunda vinda dEle”, ressalta.

Uma forma de preparar pessoas para o Reino de Deus é por meio do projeto Obede-Edom, lançado durante o evento. Cada líder de Pequeno Grupo recebeu uma miniatura da Arca da Aliança, em referência à Arca dos tempos bíblicos, que representava a presença de Deus no meio de seu povo. A pequena Arca distribuída aos líderes contém promessas bíblicas que devem ser usadas durante as reuniões do Pequeno Grupo.

Miniatura da Arca da Aliança representa uma bênção especial de Deus nos lares onde acontecem os Pequenos Grupos (Foto: Elvis Natali)

Obede-Edom

Segundo a Bíblia, no período do Antigo Testamento, a Arca da Aliança possuía regras para ser manuseada e transportada. Na época do rei Davi, durante o momento em que a Arca precisou sair da casa de Abinadade para ser levada a Jerusalém, o transporte ocorreu de forma irregular, em um carro de bois. Quando os animais tropeçaram, Uzá, que ajudava a guiar o carro, estendeu a mão para segurar a Arca. Deus considerou essa atitude irreverente e feriu Uzá, que morreu ao lado da Arca (1 Samuel 6:1-11).

Após esse episódio, Davi teve medo de levar a Arca para Jerusalém e ordenou que a mesma ficasse na casa de Obede-Edom. Durante o período de três meses em que a Arca ficou naquele lar, a família de Obede foi abençoada e prosperou.

De acordo com o pastor Gilson Magalhães, líder de Escola Sabatina e Ministério Pessoal para os adventistas do Leste e Norte de São Paulo, em referência a esse acontecimento, o projeto Obede-Edom propõe que durante três meses os Pequenos Grupos promovam estudos bíblicos durante os encontros, preparando pessoas para o batismo. A miniatura da Arca da Aliança representa uma bênção especial de Deus nos lares que aceitam essa missão. “Esse evangelismo relacional leva pessoas aos pés de Cristo e faz com que o grupo se multiplique. E assim o líder trabalha a vida do Pequeno Grupo para que ele seja uma extensão do Reino de Deus que cresce”, explica.

Estilo de vida

O corretor de imóveis Marco Antônio Lima atua com Pequenos Grupos há mais de dez anos. Ao participar do encontro, ele revelou que pretende ajudar na abertura de mais dois Pequenos Grupos em Pirituba, na zona Norte de São Paulo. “Eu amo esse ministério. É o estilo de vida que Jesus deixou para a Igreja”, declara.

O professor de história Orlando da Silva concorda com Lima e acrescenta que o congresso reafirmou o chamado de Deus para sua vida. “Esse evento me incentivou a continuar desenvolvendo um trabalho que alcance o coração das pessoas. Pude refletir sobre minha missão de levá-las à salvação através da pregação do evangelho”, relata o líder, que há dois anos dirige um Pequeno Grupo em Caieiras, zona Norte paulista.

 

 

 

 

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