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Concílios ampliam visão da Igreja Adventista no norte do Paraná sobre ministério do diaconato

Ideia é fazer com que diáconos e diaconisas participem de maneira mais ativa do discipulado, do pastoreio, da missão e do serviço na igreja local.


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Eles normalmente são vistos como aqueles que abrem e fecham as igrejas, cuidam da limpeza e zelam pela ordem dos prédios, mas no norte do Paraná, a Igreja Adventista realizou encontros regionais que propuseram uma forma mais ampla de encarar o trabalho dos diáconos e diaconisas.

Há pelo menos 30 anos, o Marcos Puertas colabora com o serviço e a ordem na Igreja Adventista Central de Maringá, onde frequenta. Quando foi convocado para ser parte do grupo de diáconos, não quis aceitar a função, mas mudou de ideia. Atender os visitantes, cuidar dos detalhes para um bom andamento dos cultos são só algumas coisas que já está acostumado a desenvolver.

“Eu penso que atuar no diaconato, para mim, hoje, é estar cumprindo um mandato bíblico. Fazendo o que Jesus pediu para que a gente fizesse: servir. O desafio maior é atender a visita que chega, cuidar dos doentes, enfermos, uma grande tarefa para nós”, conta. 

Nos meses de julho e agosto, a sede administrativa adventista do norte do Paraná promoveu encontros regionais – em Maringá e Londrina – que trataram de ampliar um pouco mais a visão do diaconato que atua apenas nos bastidores. A ideia é colaborar com aspectos que também são desenvolvidos pelo pastor local e pelos anciãos.

“A gente está trabalhando aqui com quatro colunas: discipulado, pastoreio, missão e serviço (ou ministério). Elas enfatizam o que é de mais precioso no ministério dos diáconos. É importante que eles se apropriem disto, deste chamado, que vai muito além desta visão tradicional que a maioria de nós temos do diaconato ao longo da história da igreja.”

Em certo nível, a Elen Reichert já vivenciava em parte, o ministério do diaconato na Igreja Adventista de San Fernando, distrito da Vila Brasil, em Londrina. Isto porque o seu marido já atua na função há anos no contexto da denominação. No entanto, o ano de 2022 é o primeiro em que ela passa a atuar de forma direta no ministério como diaconisa. Ao participar do concílio, já extraiu aspectos importantes para aplicar no dia a dia da igreja. “Deus gosta e é um Deus de ordem, mas é também um Deus amoroso. Então nós devemos ter um senso mais afetivo em relação a igreja”, conclui.