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Mulher percorre quase 1.200 quilômetros para ajudar na semana de evangelismo

Ivete decidiu viajar 142 quilômetros todas as noites para ajudar no evangelismo em Catanduva, já que a igreja da sua cidade está fechada por restrições da pandemia.

Por Suellen Timm 9 de junho de 2021

Ivete decidiu viajar 142 quilômetros todas as noites para ajudar no evangelismo em Catanduva, já que a igreja da sua cidade está fechada por restrições da pandemia. Foto: colaborador local

Visitas, estudos bíblicos, pregações e séries de evangelismo já fazem parte da rotina semanal de Ivete de Souza, que mora na cidade de Irapuã, interior paulista. Porém, durante a semana de evangelismo Olhar de Esperança, organizada pelas mulheres, as igrejas da cidade que Ivete reside tiveram que permanecer fechadas por restrições da pandemia. Assim, ela prontamente decidiu viajar 142 quilômetros todas as noites para ajudar no evangelismo em Catanduva, que será transmitido para todas as igrejas da região.

Como consultora e auditora, Ivete viaja quase 250 quilômetros diariamente para trabalhar e a noite ainda viajar mais 2h até Catanduva para ajudar no evangelismo. Ao todo, ela irá percorrer quase 1.200 quilômetros em apenas uma semana. Dos sete dias de evangelismo, quatro Ivete vai ajudar no culto e nos outros três ela já tem outros compromissos missionários como visitar interessados. 

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Dos sete dias de evangelismo, quatro Ivete ajudará na programação e nos outros três ela já tem outros compromissos missionários como visitar interessados. Foto: colaboradora local

Em uma das visitas realizadas durante a semana, Ivete foi até a casa de dois desbravadores para conversar com os pais sobre o interesse dos filhos em estudar a bíblia. Ao chegar na casa, ela se surpreendeu como Deus respondeu a sua oração e abriu as portas para que não só os filhos, mas toda a família se interessasse em conhecer mais da palavra de Deus. 

Veja as fotos da Semana de Evangelismo Olhar de Esperança no oeste paulista clicando aqui.

Há alguns anos, Ivete e seu marido trocaram a agitada rotina da capital paulista pela qualidade de vida do interior. Ao mudarem para Irapuã, o casal começou a fundar uma igreja adventista na região e se dedicar diretamente ao trabalho missionário. Anos mais tarde, quando o marido de Ivete morreu, ela decidiu permanecer na cidade para continuar o trabalho iniciado pelo marido na região. Desde então, Ivete se dedica ao evangelismo pessoal e não mede esforços para cumprir a missão. 

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