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Missionários dedicam um ano para atender tribos indígenas do Tocantins

Eles abriram mão de emprego, faculdade e família para servir e falar de Jesus em aldeias e cidades pequenas

31 de janeiro de 2017
Equipes auxiliarão nativos de diferentes etnias na Ilha do Bananal, Tocantinópolis e Tocantínia - nessa última cidade, o objetivo é fundar uma igreja adventista. (foto: Jessie Aias)

Equipes auxiliarão nativos de diferentes etnias na Ilha do Bananal, Tocantinópolis e Tocantínia – nessa última cidade, o objetivo é fundar uma igreja adventista (Foto: Jessie Aias)

Palmas, TO…[ASN] Vindos de diferentes lugares, 29 jovens chegaram ao Tocantins no dia 29 de janeiro para atuar como missionários em aldeias e comunidades distantes locais. Eles fazem parte do “Um Ano em Missão”,(One Year in Mission (OYiM), em inglês), projeto que, até o final do ano, ocorre simultaneamente nos cinco Estados abrangidos pela União Centro-Oeste Brasileira (Ucob), região administrativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

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O grupo está divido em três equipes que auxiliarão nativos karajás, apinajés e xerentes na Ilha do Bananal, Tocantinópolis e Tocantínia. Nessa última cidade, além de prestar apoio à comunidade local através de serviços assistenciais, o objetivo é fundar um templo adventista.
Cada integrante possui uma história de vida única, mas todos têm o mesmo objetivo: servir. São jovens que abriram mão do emprego, faculdade e até da família para passar 365 dias servindo ao próximo e falando do amor de Deus.

A estudante Loise de Moraes deixou as aulas de Publicidade e Propaganda, em Várzea Grande, no Mato Grosso, para participar do projeto em Tocantínia, cidade localizada a 85 quilômetros de Palmas e com pouco mais de sete mil habitantes. Loise havia optado por trancar a graduação, porém, depois de realizar o treinamento para o OYiM, fez outra decisão. “Estou deixando o curso. Não volto mais. A partir de agora quero algo na área de saúde para ajudar na missão”, conta.

O ex-interno da Fundação Casa, Wilson Lima de Araújo, de São Paulo, conheceu o adventismo através de um grupo que fazia trabalhos na instituição. Ao sair de lá, foi batizado e mudou-se para o Mato Grosso do Sul e decidiu participar do projeto. Para ele, o OYiM é muito mais que um novo rumo. “É uma oportunidade de levar a outras pessoas a mensagem que me ajudou a mudar de vida. Através do nosso trabalho, queremos levar muitas pessoas para Cristo”, explica.

Abaixo, veja a galeria de imagens:

 

De acordo com o pastor Joni Roger, coordenador do OYiM nessas localidades, o impacto da iniciativa pode ir além das comunidades atendidas. “Nós acreditamos que essa juventude pode influenciar a Igreja como um todo, assim como as ondas de uma pedra jogada no lago que se propagam. Poucas pessoas influenciam tanto quanto um jovem motivado e focado”, pontua.

Até dezembro, 164 voluntários estarão divididos em 17 equipes que atuarão em 16 localidades do País, e uma em São Tomé e Príncipe, na África. [Equipe ASN, Rafael Acosta]

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