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Jovens apresentam projetos missionários na Ilha do Governador, no Rio

Participantes puderam conhecer experiências dos voluntários na Índia, no Peru, no Egito e na Bolívia.

Por Douglas Pessoa 13 de fevereiro de 2019

Convite à missão foi feito para os jovens da Ilha.

Ter uma experiência acadêmica ou profissional no exterior tem sido o anseio de muitos brasileiros. É o que mostra a pesquisa feita pelo Datafolha em julho de 2018 que mostra que 43% dos brasileiros optariam de sair do país, seja para trabalhar, estudar ou simplesmente ter uma experiência em outra cultura. A situação econômica do Brasil e a vontade de fazer o bem para pessoas de regiões remotas também são alguns dos motivos apontados para decolar nessa nova experiência.

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Diante dessa quantidade estratosférica de pessoas dispostas ter uma experiência estrangeira, o voluntariado se apresenta como uma opção plausível. Através dele, a pessoa pode aprender um novo idioma, viver como um nativo no país escolhido, trabalhar em prol dos habitantes locais e adquirir experiências de crescimento pessoal que são imensuráveis. Isso é o que um grupo de jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) de Botafogo, no Rio de Janeiro tem experimentado. Nos últimos anos, a congregação tem promovido projetos de missão em países como Índia, Peru, Bangladesh e em regiões remotas do próprio Brasil, como o interior do Amazonas.

Esses missionários também têm desejado que mais pessoas ingressem nesses projetos. Por isso eles foram, no último sábado, 9, para a IASD Central da Ilha do Governador, na Zona Norte da capital, para apresentar os projetos aos fiéis. Usando roupas típicas dos países em que trabalharam, cada um deles apresentou um pequeno relatório das experiências adquiridas no Peru, na Bolívia, na Índia e em outros lugares. Eles também mostraram fotos e falaram sobre o trabalho missionário pode contribuir para a divulgação da mensagem cristã.

A jovem Elisabete Ostrowski foi uma missionárias envolvidas. Plenamente envolvida com a Missão, ela e seu esposo já participaram de projetos no Egito, na Bolívia, no Peru e na Índia. No entanto, a primeira oportunidade de fazer uma missão surgiu na Região Norte do Brasil. “Havíamos planejado fazer uma viagem para outro local, mas nosso interesse era mesmo fazer missão. Foi quando surgiu a oportunidade de participar do projeto Salva Vidas na Amazônia. Foi muito legal porque a gente teve um contato maior com os ribeirinhos”, conta. Na semana seguinte a esse projeto acabaram conhecendo um grupo que estava planejando ir para Guiné-Bissau. “Através deles ficamos sabendo da Missão que aconteceria no Egito. Pegamos mais informações sobre esse novo projeto e resolvemos ir”, relembra.

Para Elisabete esses projetos missionários contribuem muito para o próprio crescimento pessoal. “A gente vai com o coração aberto e disposto à servir. Isso nos tira daquela rotina do dia-a-dia e a gente acaba tendo uma imersão maior nas coisas espirituais e no servir. Isso nos fortalece como seres-humanos”, pontua. Ela também acredita que a maior beneficiada nesse trabalho é ela mesma. “Eu incentivo as pessoas a participarem disso porque a gente vai com a ideia de que vai ajudar os outros, mas quem é o maior beneficiado somos nós mesmos”, afirma.

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