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Jovem baiano viverá um ano em missão no Equador

Por Heron Santana 22 de janeiro de 2020

Pastores fazem oração de consagração de Lucas Ferreira, representante da sede da Igreja da Bahia e Sergipe em missão no Equador.

“Fiquei mais próximo de Deus”, contou Lucas Ferreira de Jesus, 24 anos, sobre a jornada voluntária do Projeto Um Ano em Missão (OYiM, da sigla em inglês), em 2019, na cidade baiana de Eunápolis, a  671 km de Salvador.

A experiência de voluntariado e evangelismo se estenderá agora por mais um ano: Lucas foi escolhido para a versão internacional do projeto, e viajará para Guayaquil, Equador, no dia 3 de fevereiro, onde será missionário durante 2020. Ele será o representante da União Leste Brasileira, sede da Igreja Adventista do Sétimo Dia para Bahia e Sergipe, e se unirá a jovens de outras regiões brasileiras nesta iniciativa.

Lucas Ferreira de Jesus (centro), missionário voluntário.

O jovem participou na terça-feira, 21 de janeiro, de um culto de consagração de seu serviço voluntário, com a presença de pastores da Associação Bahia Sul, sede da Igreja Adventista do Sétimo Dia para a região sul baiana. “Foi um momento que eu vou lembrar sempre”, conta, emocionado.

Em Eunápolis, Lucas ficou sensibilizado com a rotina do serviço voluntário.  Ele contribuiu para que 40 pessoas tivessem uma nova experiência de vida cristã, por meio do batismo. Ajudou a formar um clube de desbravadores, com participação de cerca de 50 adolescentes. E ainda colaborou para a construção de uma igreja na comunidade. “Foi um trabalho maravilhoso; mas, o mais impressionante, foi sentir que ao ajudar as pessoas eu tive uma melhora na vida espiritual”, observou.

Natural de Vereda, uma cidade de apenas 7 mil habitantes no extremo sul baiano, próximo a Teixeira de Freitas, Lucas vai fazer sua primeira viagem internacional. Sua residência nos próximos meses será em Guayaquil, maior cidade equatoriana, com cerca de 2,5 milhões de habitantes. Ele pesquisou sobre o país e sobre a cidade, e acredita que os principais desafios que deverá enfrentar são o idioma e a cultura. “Pelo menos Guayaquil tem clima quente, é quase uma Bahia hispana”, diverte-se, ao lembrar das características de calor e umidade que fazem com que a cidade chegue a temperatura máxima próxima de 35 graus.

Perto de concluir a graduação em administração de empresas, Lucas viajará alimentando o sonho de fazer Teologia no futuro. “Quero ser um pastor e me habilitar ainda mais para salvar pessoas”, declarou.

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