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Encontro de PG’s populariza missão onde todos acrescentam algo

O foco do programa é mostrar que a atuação na prática vale muito mais do que planejamentos sem ação para o desenvolvimento da igreja.

15 de novembro de 2016

Campo Grande, MS … [ASN]  A ideia de servir alguém é geralmente carregada de ações muito elaboradas, com planejamentos a longo prazo e detalhes tão sofisticados que muitas vezes levam à desistência.

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Líderes de Pequenos Grupos participaram de dinâmicas buscando aplicar dons e talentos dos membros a favor da missão.

E os Pequenos Grupos trouxeram um tom mais informal à missão, onde pessoas se reúnem despretensiosamente uma vez por semana, sem obrigações, para prestarem auxílio umas às outras. E pode ser essa a chave do sucesso desse departamento. “Se você é capaz de fazer um bolo, você está acrescentando algo. Se você pode levar as pessoas em seu carro, você está fazendo a diferença. Se você é bom em bordar, por exemplo, pode usar seu talento para algo extraordinário. As pessoas precisam entender que para fazer algo em prol da missão não é preciso, necessariamente, mover céus e terra. Você pode começar aplicando o que sabe fazer de melhor para algo que a igreja necessite. Isso é missão”, destaca Ariel Tenório, pastor e líder de Pequenos Grupos para o Mato Grosso do Sul.

Pastor Ariel Tenório (líder de P.G's para o estado), reforça ideia de que todos podem contribuir com os grupos, usando seus dons e talentos.

Pastor Ariel Tenório (líder de P.G’s para o estado), reforça ideia de que todos podem contribuir com os grupos, usando seus dons e talentos.

No dia 5 de novembro um encontro reuniu 100 líderes de Pequenos Grupos da capital do Mato Grosso do Sul, Campo Grande, durante um dia de treinamento cujo foco era justamente mostrar que a atuação na prática, vale muito mais do que planejamentos sem ação. “Nós queremos mostrar que através de um grupo como esse as pessoas têm encontrado refúgio, um lugar seguro para desabafar, procurar ajuda e assim, os líderes têm a liberdade de falar do amor de Cristo, que transforma histórias. Se você não tem tanto tempo para liderar um P.G. por conta da rotina corrida, mas consegue fazer uma oração com uma dessas pessoas ou, ainda, consegue emprestar seus ouvidos durante alguns minutos da sua semana para ouvir o outro, isso tudo soma para o desenvolvimento da missão. Não precisamos de espetáculos. Precisamos de pessoas que ajam com amor, com o que têm em mãos, em favor do outro, por amor ao próximo”, ressalta Ariel.

Durante o dia de treinamento os líderes aprenderam sobre estratégia e o que podem fazer para colaborar com o crescimento dos P.G.'s.

Durante o dia de treinamento os líderes aprenderam sobre estratégia e o que podem fazer para colaborar com o crescimento dos P.G.’s.

Da mesma forma que teve sua vida transformada ao participar de um Pequeno Grupo, o empresário Crystianno Rondão hoje abre sua casa e lidera um P.G. para que outras pessoas tenham acesso à mesma ideologia responsável por mostrar a ele o evangelho. “O Pequeno Grupo mudou a minha vida e foi através dele que conheci a Cristo. Hoje, faço questão de manter um em minha casa para que assim como eu, cada vez mais pessoas descubram esse amor que transforma e vejam na igreja uma família, com quem podem contar”, conta. [Equipe ASN, Rebeca Silvestrin]

Fotos: Deivison Pedrê

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