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Clube de Desbravadores Flamboyant celebra 36 anos de salvação e serviço

Por Ana Clara Silveira 22 de setembro de 2021

História do clube foi relembrada em meio a comemoração do Dia Mundial dos Desbravadores

As celebrações do Dia Mundial do Desbravador tiveram um significado a mais para o Clube Flamboyant. Durante a programação, os desbravadores e líderes relembraram a história do clube e suas conquistas durante os 36 anos de serviços prestados. A diretora Gislaine Zero atribui essa vitória a algumas características do clube, como consagração, integração, organização e acolhimento. Durante o culto e live, esse ministério visitou memórias da sua fundação e suas vitórias até aqui. A celebração no sábado foi finalizada com batismo, somando doze no total realizados durante este ano.

O desbravador Eduardo Pacheco faz parte da unidade Pau Ferro e acredita que “as atividades e classe bíblica ajudaram na sua decisão de ser batizado”. Além dele, Letícia Theodoro também tomou essa decisão e conta que começou a ter “mais disciplina e falar de Jesus para as pessoas por influência do clube de desbravadores”. No momento, cerca de 126 desbravadores e 55 líderes fazem parte do quadro de membros do Clube Flamboyant.

O evento reuniu os membros e familiares para comemoração

Clube ativo

Os desbravadores aprendem sobre a bíblia e desempenham diversas atividades com objetivo físico, mental e espiritual. Esses ensinamentos também são colocados em prática por meio de diversas ações que auxiliam a comunidade da igreja do Unasp Engenheiro Coelho. Por isso, a força do Clube Flamboyant é associada a árvore bela e exuberante que deu origem ao seu nome.

Para a celebração de sábado, o tema escolhido foi 35 + 1, tendo em vista que a comemoração dos 35 anos foi adiada por conta da pandemia. Apesar dos desafios nos anos de 2020 e 2021, o clube manteve suas atividades em funcionamento. Enquanto as reuniões aconteceram no formato online, os desbravadores recebiam tarefas práticas que pudessem realizar em casa. A diretora Gislaine Zero esclarece que o clube “buscou ferramentas para dar continuidade na missão, além de realizar parcerias com outros clubes para trazer pessoas diferentes que ajudassem a cumprir requisitos”.

Mesmo em casa, os desbravadores aprenderam a montar abrigos, especialidades de arte culinária, lavanderia, jardinagem e desenvolveram outras habilidades em competições virtuais que exercitavam a união e trabalho em equipe. “Encaramos isso como uma forma de se reinventar”, acrescenta Gislaine.

Para o diretor associado Rogério Zero, muitas conquistas aconteceram em meio aos desafios dos últimos dois anos. Ele reforça que a comunicação por meio das “plataformas digitais e redes sociais” foi muito significava, pois as crianças faziam suas tarefas diariamente e compartilhavam com os amigos.

Batismos marcam cerimônia de celebração.

Vida de serviço

Além dos desbravadores, os líderes também são transformados por meio do ministério. A história do capelão do clube, Walter Batista, começou nos anos 1990. Ele explica que participou na juventude das atividades do Clube Pioneiros da Colina do IABC. Nesse mesmo período surgiram diversas oportunidades para participar de camporis e acampamentos, entre eles o Campori da União Central Brasileira de Ilha Solteira em 1992 e o Campori da Divisão Sul-Americana em Ponta Grossa.

Na fase adulta, Walter retorna ao clube quando seu filho se torna desbravador em Manaus. Após a mudança para Engenheiro Coelho, ele permaneceu no clube e recebeu em 2021 o desafio de liderar a capelania do Clube Flamboyant com um time de instrutores. Walter acredita que os desbravadores são uma fábrica de líderes e o clube “pode ajudar a determinar qual será o futuro de um desbravador em todas as áreas da sua vida”. Ele finaliza: “Ser um Desbravador é um princípio de vida”.

 

 

 

 

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