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Temas como bullying e suicídio são abordados em projeto da Educação Adventista

Projeto também conscientiza alunos paulistas sobre outros transtornos desenvolvidos na adolescência.

Por Lucas Rocha 13 de junho de 2019

Coordenadoras que participam do projeto Você É Importante Pra Mim.

Os termos bullying, depressão, ansiedade, automutilação e até mesmo suicídio passaram, principalmente nos últimos anos, a fazer parte de diálogos de adolescentes. Alunos de escolas adventistas da região do Vale do Paraíba, no interior paulista, passaram a conversar sobre esses assuntos com os professores e orientadores pedagógicos por meio do projeto Você É Importante Pra Mim, desenvolvidos a partir do início do ano.

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Apesar de recente, o projeto já fidelizou os alunos, que propõem temas para as rodas de conversa. Esses momentos de diálogos entre diferentes alunos mediado por professores é uma das iniciativas dos agentes do bem, como são chamados aqueles mais engajados com o projeto. Eles receberam orientações de como transformar situações como fofocas, ansiedade, angústia, depressão, agressividade e diversas formas de bullying em novas possibilidades de felicidade, altruísmo, esperança, alegria e satisfação. Para isso, são realizados, além das rodas de conversas, reflexões a partir de filmes, palestras, dinâmicas e também murais.

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De acordo com a idealizadora do projeto, Kelly Ruchdeschel, o principal resultado da iniciativa é um ambiente de convivência de diferenças, que valoriza a amizade e a integração de todos na escola. “Isso acontece por meio da construção em conjunto com os alunos de valores como o amor, caridade, respeito e compaixão”, explica.

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Caixa SOS

O projeto também ajuda os adolescentes a entenderem e comunicaram os diferentes momentos emocionais. Um marca página com diferentes estados emocionais foi entregue a todos os alunos. Os professores estimulam os alunos a comunicarem como cada um está se sentindo, o que ajuda no desenvolvimento de abordagens – seja de professores ou mesmo com alunos – com maior empatia. Além disso, urnas chamadas Caixa SOS foram colocadas em pontos estratégicos da escola, para que cada aluno pudesse dizer de forma discreta o que está sentindo, ou até mesmo relatar comportamentos indevidos, como bullying ou até mesmo agressões.

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