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Mongólia terá seu primeiro internato adventista

Trabalho missionário na Mongólia experimenta crescimento apesar das dificuldades. Igreja possui em torno de 2.700 membros adventistas.

Por Cárolyn Azo 30 de novembro de 2018

O futuro internato adventista na Mongólia já está sendo construído. Foto: Reprodução do Youtube.

Há oito anos teve início a obra educacional adventista em um dos países mais frios do mundo, a Mongólia. A iniciativa partiu do casal Elbert e Cleidi Kuhn, que serviram nessa região do mundo por vários anos, e deram uma importante contribuição para pregação do evangelho.

O casal Kuhn não imaginava que a primeira escola adventista do país, iniciada em 2008, com 13 alunos, em 2018 teria alcançado a cifra de 190 estudantes matriculados, e que muito em breve contarão com um internato. Para o presidente da igreja na Mongólia, o pastor Kim Yo Ham, é uma bênção de Deus ver como a Educação Adventista prosperou no país. Além disso, acrescenta que, “seu objetivo é que a igreja continue crescendo junto com a Educação Adventista na Mongólia, e que possam chegar a ser independentes financeiramente”, isso porque no momento a igreja na Mongólia é sustentada pelas oferendas da igreja mundial.

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A igreja no país

Há 20 anos com uma igreja organizada, e com 2.700 membros adventistas batizados, o país está perto de ter um colégio com internato fora de Ulan Bator, capital da Mongólia. Foi o que relatou o brasileiro, pastor Diogo Lemos, um dos administradores da Escola Adventista Tusgal e missionário enviado pela organização religiosa da América do Sul em 2016.

Lemos deixou claro como trabalha a Educação Adventista no país: “Somos uma escola adventista reconhecida pela sede mundial dos adventistas, mas para o governo da Mongólia somos uma escola particular, independente”, explica.

Há quatro anos, a Igreja Adventista conseguiu um terreno fora da capital a fim de construir o primeiro internato adventista do país. “É um sonho iniciado há anos atrás e que estamos dando continuidade com o apoio da igreja mundial. Já foram construídos os dormitórios, o restaurante e dois pavilhões; agora só faltam serem construídas as salas e os escritórios para os professores”, menciona o pastor.

A primeira administradora da Escola Adventista de Tusgal natural do país, Ogie Otgontuya Tserenpil, graduou-se como educadora e pedagoga nas Filipinas. Diogo Lemos se emociona e derrama algumas lágrimas ao conhecer o testemunho de Ogie. “O que mais me deixou comovido foi ver Ogie desenvolvendo-se como cristã, criando autonomia espiritual. Para mim, o mais lindo e o que me anima e também a minha família a seguir adiante é ver como a igreja na Mongólia cresce”, acrescenta Lemos.

O país

Seus 3,1 milhões de habitantes têm uma alta taxa de nômades e seminômades, sendo que 90% são compostos por pessoas da etnia mongol e o restante por outras etnias. A República Popular da Mongólia é um país soberano que não conta com acesso ao mar, e se situa entre as regiões da Ásia Oriental e Ásia Central.

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