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Instituto Adventista Paranaense inicia mobilização de combate ao Zika vírus

Instituição realiza campanha contra o Zika Vírus, tanto com ações ostensivas quanto pedagógicas.


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Alunos e funcionários recebem instruções para identificar e eliminar os focos da doença

Alunos e funcionários recebem instruções para identificar e eliminar os focos da doença

Ivatuba, PR... [ASN] Na primeira semana de fevereiro, o Ministério da Educação convocou uma mobilização contra o zika vírus. A estratégia foi utilizar as redes escolares públicas e privadas para levar informações sobre as formas de extermínio do mosquito e identificação da doença. No portal do Ministério da Educação (MEC), o secretário de Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que “a única força social verdadeiramente capaz de mobilizar o Brasil e enfrentar essa questão somos nós, da educação”.

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Com isso, desde o dia 16 de fevereiro o Instituto Adventista Paranaense (IAP) desenvolve ações contra o zika vírus, mas não tem data pra terminar. A proposta é que as atividades educativas sobre o tema alcance a população dos municípios vizinhos. Nas salas de aula, os alunos receberam informações não apenas sobre consequência física da picada do mosquito, mas também noções sobre o impacto político e social. Os jovens se valeram da tecnologia para mostrar o que aprenderam, o desafio foi tirar fotos e produzir vídeos registrar locais do foco do problema.

Na Educação Básica, os alunos participam de uma gincana para eliminar os focos do inseto em suas casas e os alunos internos do Ensino Superior zelam pela instituição.

Em uma entrevista para o portal de notícias do Espírito Santo, o secretário de estado da saúde do Paraná, Ricardo de Oliveira, falou que o país vive em uma situação de emergência semelhante ao período da gripe espanhola, em 1917. E enfatizou a necessidade de "unirmos forças na “guerra contra o mosquito”, descreveu o secretário.

Apesar de o aumento da doença ter sido identificado nas regiões Norte e Nordeste do país, a epidemia vem se alastrando até chegar a região sul do país. Dados da secretaria de saúde apontam que os principais criadouros do principais criadouros do Aedes aegypti são vasos de planta e pratinhos que ficam sob os vasos para recolher a água (31,3%); depósitos de água para consumo humano (23,57%); pneus, câmaras de ar, entulhos, sucatas deixadas a céu aberto (25,1%); calhas, ralos, floreiras de cemitérios (18%); e em menor proporção, depósitos naturais, como bromélias, oco de árvores e buracos em rochas (2,1%). [Equipe ASN, Carolina Perez]